domingo, outubro 15, 2006
[1.229/2006] Não há coincidências
Chegou o momento de Pyongyang ceder o protagonismo a Teerão. Agora já estão disponíveis para dialogar. Vira o disco e toca o mesmo. O Irão faz o mesmo jogo, do toca e foge. Quanto à questão do G.R., penso que não há nenhuma falha na orquestração destes senhores. Cada um tem o seu próprio e distinto papel. Todos se complementam, não se sobrepõem. O Irão continua a laborar no enriquecimento de urânio. (Importa não esquecer.) São medidas e atitudes dilatórias, para fazer esquecer o que realmente está em causa (a ambição nuclear de Teerão) e, por outro lado, dar trabalho ao Conselho de Segurança, para não haver tempo de debate e assunção de medidas sobre o processo iraniano. Que já se arrasta há mais de meio ano. Resta saber, logo à noite, se em Caracas alguém vai sorrir com o resultado das eleições equatorianas. CMC
2:53:00 p.m.
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