segunda-feira, julho 26, 2004

[00.864/2004]
Montes e vales políticos
Uma "brincadeira". Assim considera o analista que há mais tempo está situado nos píncaros das audiências, a deslocação de mesas e cadeiras de Lisboa, e algumas pessoas, para seis cidades de Portugal continental.
Mas, lá por quem se encontra no topo se situar muito lá em cima, na montanha das audiências, pode notar-se que as vozes de outro topo, do monte que tutela o país, por vozes intermediárias, fizeram chegar ao topo da montanha mediática algum desagrado pelos ecos que chegam de quem se mantém há vários anos na liderança do horário nobre de domingo à noite.
Lá surgiram as interpretações emocionais e racionais, com cirurgiões e oftalmologistas à mistura como exemplo para explicar determinados pontos de vista. Ressabiado também foi termo que se ouviu.
Ressabiado ou não, aquele espaço na caixinha mágica é um palco exímio para quem pode exprimir a sua opinião e corrigir constantemente quem gosta de expressar "possibilidades", que podem não ser definitivas.
De outro monte, no Chão, da Pérola, é que não veio nenhuma novidade. Está tudo mal, com a excepção, naturalmente, não podia deixar de ser, de quem manda na casa.
Presentemente, para além dos alvos: olisiponense, do capitalismo do interesse - será que algum dos intervenientes esqueceu-se que é um dos principais empresários da região?, da comunicação social e do comunismo soviético, que pelos vistos ainda não é do conhecimento de algumas pessoas que a URSS já não existe, há outro e novo alvo: no arquipélago é adversário, no continente é parceiro, sendo-o também no outro arquipélago!
Houve quem fizesse uma aposta, quem fica mais tempo no poleiro, se o do continente ou o da ilha. Eu quase que aposto quem ganha...
CMC
12:51:00 da manhã
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