sábado, março 26, 2005
 [0.509/2005] Coisas de Sábado de Aleluia
Quando a Missa de Aleluia começar, lá para a meia-noite, manda o Observatório Astronómico de Lisboa que a Hora Legal seja acertada com o incremento de uma unidade.
Passamos à Hora de Verão sem que o Inverno tenha reposto as nossas reservas de água e depois de ontem se ter dado início à Expo 2005, este ano no Japão. Enquanto isso, no Portugal da crise, é impossível arranjar o cabrito que amanhã deveria fazer parte da ementa do almoço de família. Corridas as grandes superfícies comerciais da zona, restam uns bocados de borrego congelado da Nova Zelândia. Provavelmente ainda o resultado da doença da língua azul que este ano até afectou os clubes de futebol dessa cor. Sábado de Aleluia é assim mesmo. Cinzento, muito vento, um ou outro aguaceiro e altura propícia à entrada em vigor de novas sanções para os condutores, muitos dos quais continuam a morrer e a provocar mortes num sacrifício absurdo para o qual não existe Teologia nem Altar. Na Guiné há quem prepare as presidenciais e fale do regresso de Nino. Na juventude cocktails de Viagra, Extasie e álcool, fazem receita certa para futura impotência. Na Quatro, Spartacus. Outros rituais de vida, morte e ressurreição. Aleluia, como todos os dias. LNT Nota 01: Sou eu que estou enganado ou o dia nacional português é o 10 de Junho? É que a continuar a sê-lo, alguém que deu os nossos dados à Expo 2005, meteu fortemente os pés. Ora vejam lá! Nota 02: O atento e Abrangente Evaristo explica na caixa de comentários a atribuição dos dias nacionais nos certames internacionais. Agradeço o esclarecimento pois quando escrevi isto pensei que se referia ao Dia Nacional do respectivo País.
6:07:00 da tarde
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