terça-feira, julho 26, 2005
 [1.014/2005] Ainda a propósito da nova arma de propaganda
Caro Guilherme, Sendo brasileiro, está em muito melhor condição do que eu, que estou em Portugal, para observar a programação do novo canal televisivo. Apesar de o Guilherme não ter visto nenhuma propaganda a favor dos dois senhores nas primeiras horas de emissão, terá tão bem, ou melhor do que eu, a noção de que os dois políticos deixarão, nos momentos certos, a sua impressão no canal, até porque, pelo que sei, quem coordena o canal é o Ministro da Propaganda venezuelano. De certeza que o governante não assume os comandos do canal televisivo para ser imparcial. Obrigado pela direcção do canal. Caro Manuel, Num ponto estamos de acordo, as divergências devem-se a perspectivas diametralmente opostas. Sinceramente, daquela dupla política não espero grandes soluções para muito do atraso da América Latina. Quanto ao venezuelano tenho de respeitar a opção dos venezuelanos por que, como se recorda, há um ano sensivelmente, a sua liderança foi submetida a referendo e o senhor manteve o poder Democracia, em Cuba, é ar que não se respira. Descanse, pois não estou a defender o amigo norte-americano, que também tem sido prejudicial para a América latina. Reconheça-se. Todavia, lá por os norte-americanos não serem o exemplo, isso significa que me renda e aplauda o populismo-retrógrado do eixo Caracas-Havana? Como diriam alguns argentinos, o senhor de Caracas gosta tanto da pobreza que até a consegue aumentar. CMC
1:10:00 da tarde
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