quinta-feira, julho 06, 2006

[0.793/2006] A desenvolver
Na semana do glorioso 4 de Julho, no mesmo dia em que a Coreia do Norte testou mísseis, evidenciando que quando quer Pyongyang faz tremer o mundo, vale a pena fazer um breve balanço, em próximos textos, acerca da (desastrosa) política externa norte-americana. Nunca, como nestes últimos anos, os Estados Unidos perderam o pé no domínio externo. Esta Administração conseguiu quase o impossível, desbaratar o capital político, militar e económico acumulado, sensivelmente, desde Roosevelt, nos idos de 30 do século XX, senão mesmo uma década antes, com Wilson. Tudo graças à orientação política desta Administração. Quem pensa que a política deixou de ter ideologia, engane-se. Ela está mais do que presente. E no caso desta Administração, a fórmula de Hegel, que tanto inspirou os mentores da actual Administração na juventude, quando defendiam princípios da extrema-esquerda, agora, volvidos várias décadas, e com a criação do neoconservadorismo, a proposição assenta que nem uma luva à doutrina e prática política dos responsáveis políticos norte-americanos. Quase tudo estava errado. A antítese e a síntese foram mera consequência de uma doutrina (tese) totalmente desfasada de um país com um lugar muito particular no mundo, como é o caso dos Estados Unidos. No pólo oposto, e como complemento, merece alguma atenção a política externa russa. CMC
11:50:00 da tarde
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