quarta-feira, março 21, 2007
 [0.361/2007] Sei que pareço um ladrão... Mas há muitos que eu conheço Que, sem parecer o que são, São aquilo que eu pareço.
Com uma quadra de António Aleixo para comemorar a poesia, só volto hoje a esta escrita para tentar transmitir que não entendo a expressão na AR com que todos os deputados da oposição concluíram (até os do PSD que para o esconder quando foram governo só não venderam o que não puderam) que a descida do défice não se deve ao Governo mas sim aos portugueses. Será que estes senhores pensavam que o défice ia ser reduzido devido aos franceses, holandeses, alemães ou chineses? Estou a crer que sim. Talvez tenha sido por isso que o Governo anterior fez o que fez aos fundos dos trabalhadores da CGD (e fê-lo só para disfarçar os números escandalosos a que deixou chegar as finanças públicas) convencido que a sigla queria dizer Como Gerir o Défice. Enfim, a poesia é assim mesmo e resulta dos estados de espírito de quem a escreve. LNTEtiquetas: AR, lnt
11:01:00 da tarde
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