segunda-feira, junho 04, 2007
[0.713/2007] Pois bem, voltemos ao sexy e rigoroso Tugir
Faz hoje uns anitos, e para memória ainda há uns chineses arrecadados desde então, que a rapaziada do império de Mao sentiu a mão pesada do regime trapeiro da quinquilharia electrónica.
Mesmo sabendo que a filosofia política de raiz desse doce regime tão apaparicado pelas democracias ocidentais e recentemente beijolado no congresso do partido-pai da liberdade continua a impulsionar os maiores e mais importantes líderes, veja-se o exemplo do actual Presidente da União e primeiro-ministro resignatário da lusa gente, mantenho dúvidas se terão sido eles os inventores da globalização, esse bem maior que faz competir de forma desigual nações que respeitam direitos fundamentais com outras onde os direitos das crianças, a paridade, a liberdade de expressão, etc., são apontamentos deixados para recuerdo no livrinho vermelho.
 Tenho a impressão de ter ouvido, de raspão, o nosso PR falar das oportunidades da globalização que retiram esses povos da miséria, quando eu, ignorantemente, pensava que a miséria ia sendo combatida por ali com a garotada que aos seis anos já anda de sovela na mão para alimentar as marcas das sapatilhas da moda.
Rendo-me a tanta luz e esclarecimento. Afinal reconheço que nem bases tenho para discutir o aeroporto da Ota, ou o TGV, quanto mais o preço da bala disparada pelo mais globalizado dos países, que depois de devidamente alojada na nuca dos seus opositores é debitada às respectivas famílias.
Em bom rigor, não me devia lembrar de Tiananmen porque o que lá vai, lá vai, e deveria, isso sim, empolgar-me com os rigorosos e sexies joggings com que vamos promovendo a psidoneira nacional por todos os cantos do Mundo (globalizado ou em vias de globalização).
Às vezes lembro-me de cada coisa! LNTEtiquetas: Chinesices, lnt
1:44:00 p.m.
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