quinta-feira, agosto 23, 2007
[1.119/2007] E ainda falam da política italiana
Yevs Leterme, vencedor das eleições belgas há dois meses e meio, apresentou esta quinta-feira a demissão ao rei Alberto, depois de não ter conseguido levar a bom porto as negociações de coligação.
Constituir um Governo na Bélgica é ainda mais difícil do que na Itália. O vencedor das eleições legislativas, o homem que desconhece o hino belga e o dia do país, e estava a preparar-se para governar, ao que tudo indica vai ter de assumir as funções de deputado. Esta situação pode ser mais um contributo para o aprofundamento do fosso entre valões e flamengos. Por enquanto, Verhofstadt, que perdeu a disputa eleitoral, vai governando a Bélgica. Os belgas até que nem estão mal servidos! CMCEtiquetas: Bélgica, Política Internacional
9:57:00 p.m.
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segunda-feira, julho 23, 2007
 [0.952/2007] Futuro Primeiro-Ministro belga?
Há coisas básicas, que qualquer cidadão sabe ou devia saber. O hino e o dia do país, por exemplo. No caso do próximo Chefe de Governo belga, ao que tudo indica, nenhum destes símbolos é conhecido. Estranho (o hino belga com letra gaulesa)! CMCEtiquetas: Bélgica, Política Internacional
10:20:00 p.m.
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segunda-feira, junho 11, 2007
 [0.759/2007] Charleroi
Constatant que "de nombreux électeurs s'étaient détournés du PS" à cause de la gestion dans la cité carolorégienne
Caro Pedro, Penso que a resposta à tua questão é Charleroi. CMCEtiquetas: Bélgica, Política Internacional
4:40:00 p.m.
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[0.751/2007] Mudanças na Bélgica
Os belgas também contaram com um domingo eleitoral legislativo que, tudo indica, vem colocar um ponto final no mandato de oito anos de Guy Verhofstad na presidência do Governo. O seu partido, liberal flamengo, desce significativamente, tendo subido o democrata-cristão. O homem que chegou a ser apontado como Presidente da Comissão Europeia em 2004, cargo que não alcançou por Londres não o encarar com bons olhos, deixa a liderança de um país que sempre assumiu uma posição pró-europeia. Tenho simpatia por este político, sobretudo na interpretação da UE. Porém, o poder desgasta e Verhofstad acabou por não alcançar um terceiro mandato, num país onde a governação não é fácil, dados os entendimentos políticos e étnicos que se precisam de fazer para encontrar estabilidade governativa. Espera-se que o próximo Governo belga, tudo indica que venha a ser liderado pelos democratas-cristãos, prossiga a política europeia que o anterior assumiu. O mesmo é quase dizer, que esteja à altura dos valores europeus norteadores da democracia cristã. Seria, em termos de UE, um bom sinal, neste delicado momento, em que o impulso europeu precisa de ser assumido por todos os Governos. Quanto a Verhofstad, espera-se que continue a contribuir para o processo europeu, pois tem sido um dos poucos políticos no activo a assumir uma contribuição, não apenas conjuntural, bastante positiva. CMCEtiquetas: Bélgica, Política Internacional, UE
12:04:00 a.m.
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