domingo, janeiro 07, 2007

[0.025/2007] Competitive Intelligence & Perceptions Management
Claro, caro José Mateus Cavaco Silva, que elas são belas e perigosas, que são frágeis (quando querem), que a guerra não as torna feias (aliás o ditado popular diz que quando se pintam é porque querem guerra), que são capazes (nem se imagina de quanto), que a beleza é compatível com o uso da força (pois é, pois é) e que quem diz o contrário não sabe de nada, nem nunca terá visto nada.
Isto é uma verdade constatável não só pelo que vemos no Claro, como pelo próprio conhecimento da História e das Lendas tão bem exemplificadas por Brites de Almeida.
Elas, as mulheres de armas, sempre foram temíveis para nós, homens armados (muitas vezes em parvos) e sempre souberam muito bem utilizar os seus dotes, principalmente nesta Nação Lusa que, embora oriunda de um quase matricídio, nunca deixou de ser um matriarcado notável.
Veja-se a própria protecção divina entregue à Senhora da Conceição, Padroeira e Rainha de Portugal que tirou a coroa da cabeça aos sucessores de João IV , o papel preponderante tanto da já citada Brites como o outro que Maria da Fonte da Póvoa de Lanhoso impôs a outra mulher, a soberana Maria II, depois mais tarde, muito mais tarde, a já falecida Maria de Lurdes Pintassilgo, a quem o poder machista da democracia entendeu não prestar honras de Estado e a própria Dona Maria, actual, que como as Marias que a antecederam marcaram (e marcam) um papel fundamental na História contemporânea do Pátio dos Bichos, ainda por contar.
Todas belas e perigosas, como diz o meu vizinho José Mateus. Cada uma à sua maneira, porque todas as mulheres são belas (e perigosas), acrescento eu. LNTEtiquetas: Blogs, lnt, Mulheres
6:31:00 p.m.
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