terça-feira, julho 10, 2007
 [0.904/2007] Só me faltava mais esta, rezará o nosso Primeiro
"O jornal Público noticiava ontem que o conselho permanente da Conferência Episcopal Portuguesa reúne-se hoje em Fátima "com uma agenda carregada de zangas com o Governo" - do campo da solidariedade à comunicação social, passando pela educação."
E com ele comungo do cuidado. Meu Deus, só nos faltava que de Fátima saísse mais um pré-aviso de greve. LNTEtiquetas: lnt, Sindicalismo
12:46:00 p.m.
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sexta-feira, julho 06, 2007
[0.881/2007] Os melhores modelos não devem servir de exemplo?
Pois é, caro Tomás, os nossos sindicatos e partidos que andam por aí a contestar a flexissegurança não querem bons modelos. Quem sabe, se não ouviremos a defesa e a aplicação do modelo cubano a Portugal, por que, por exemplo, o dinamarquês não é nada recomendável. CMCEtiquetas: Política Nacional, Sindicalismo
10:11:00 p.m.
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quarta-feira, maio 30, 2007

[0.687/2007] Qual greve-geral?
Porque será que, sabendo-se que as greves que hoje decorrem são só convocadas pela Central Sindical CGTP-IN, os órgãos de comunicação social insistem em apelidá-las de Greve Geral?
Poderá alguém explicar aos nossos queridos jornalistas o que é uma greve geral, ou será necessário que eles o entendam através dos resultados hoje obtidos onde os "fura-greves-gerais" são exponencialmente mais que os militantes-grevistas da correia-de-transmissão? LNTEtiquetas: lnt, Sindicalismo
5:18:00 p.m.
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[0.685/2007] De quem é a greve?
O dia hoje fica marcado pela greve geral convocada por um sindicato que mais não faz do que estar ao serviço de interesse partidário. Não é por acaso que o Secretário-Geral do PCP tem apelado nos últimos dias à greve, como a mesma ou mais intensidade dos dirigentes sindicais da CGTP. Já era tempo dos sindicatos, em Portugal, deixarem de estar ao serviço da vida partidária e defender os direitos e interesses dos Trabalhadores. Enquanto esta lógica de braço sindical do partido continuar, é o descrédito do sindicalismo e a pouca valorização do mundo laboral, de uma organização que existe para servir os trabalhadores, não um partido político. O sindicalismo em vez de se assumir, como é característico da sua idiossincrasia, numa mola de transformação social e económica, assume-se como uma organização de freio. Em vez de defender o progresso, o sindicalismo nacional opta pelo atraso. Já era tempo dos sindicatos lusos estarem no mundo do século XXI, onde o universo laboral nada tem a ver com o do século passado ou com o do mundo do trabalho descrito nas cartilhas marxianas e marxistas que tanto gostam de bramir. CMCEtiquetas: Sindicalismo
1:24:00 p.m.
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terça-feira, maio 29, 2007
[0.679/2007] Agarrados ao corporativismo
Ouvindo o representante das empresas de construção civil e a maior parte dos sindicalistas, que ontem à noite desfilaram na RTP, é caso para perguntar em que século vivem? O representante do referido sector empresarial quer mais obra pública do Estado, os sindicalistas mais direitos. Qualificação é prioridade pouco dada no topo das agendas de cada um. Tenho impressão que nem as correntes que surgiram a partir da década de 70 do passado século, quando um tal de Toffler começou a debitar umas coisas com algum interesse neste domínio do desenvolvimento das sociedades, estes senhores chegaram a tomar noção. É difícil arrancar sectores com peso da letargia em que se encontram. O corporativismo no seu melhor! O tempo presente é da sociedade do conhecimento. Estes senhores vivem e parecem querer alimentar a sociedade do desconhecimento. CMCEtiquetas: Patronato, Sindicalismo
11:49:00 a.m.
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sábado, abril 21, 2007
[0.482/2007] Renovação na continuidade
Como se previa, ganhou a eleição da FENPROF o camarada do aparelho, "folgadamente", avança a notícia. A FENPROF em vez de querer ser parte da solução educativa do país quis manter-se como parte do problema. Respeite-se a vontade dos associados. É soberana. Talvez daqui a uns anos haja nova esperança e o sindicalismo, que tanto precisa de mudar neste país, possa assumir as vias da responsabilidade e contribuição profícua. Por enquanto, são mais três anos de política do bota abaixo. Resta saber se o líder eleito da FENPROF se mantém no cargo ou no próximo ano pretenderá dar o salto para a liderança da CGTP. Provavelmente dependerá das indicações do momento. A renovação na continuidade continua no maior sindicato dos professores, agora com contornos ainda mais ortodoxos. O sindicalismo actual em vez de abraçar o futuro agarra-se ao passado. Continuamos a perder! CMCEtiquetas: Educação, Sindicalismo
4:42:00 p.m.
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quinta-feira, abril 19, 2007
[0.474/2007] A quase revolução
O maior sindicato de professores do país vai escolher novo líder. Ao fim de alguns anos de uma liderança que não encontrou nenhuma única virtude em nenhum Governo, só defeitos, poder-se-ia dizer que com a saída do actual dirigente-mor podia ocorrer uma revolução, passando o sindicato a ser um contribuinte activo e não reactivo em termos educativos. Porém, vistos os candidatos, e em especial o dirigente da cidade do Mondego, que deverá ganhar, pode perspectivar-se uma acentuação do espírito mais ortodoxo do sindicato. Na 5 de Outubro pode esperar-se mais do mesmo, ou pior, da FENPROF. Interesse na Educação do país? Muito pouco. Combate sem apresentar propostas exequíveis? Muito. Quase que se dava uma revolução na FENPROF. Bem necessitada está! CMC Etiquetas: Educação, Sindicalismo
8:34:00 p.m.
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terça-feira, janeiro 30, 2007
[0.136/2007] Dos Direitos e dos interesses
Quem anda regularmente de Metro, em Lisboa, sabe como as diversas greves que ocorreram nos últimos meses têm prejudicado a cidade e as pessoas que circulam na Área Metropolitana. Há quem veja na greve a legitimidade dos trabalhadores e esta deve ser respeitada. Como é óbvio, num Estado de Direito Democrático. Todavia, a fronteira entre Direitos laborais e interesses corporativos não pode ser diluída. O que se tem passado nestes últimos tempos tem sido lamentável, pois os Direitos laborais não estão a ser defendidos, mas sim os interesses corporativos. Parece que o Conselho de Administração do Metro cedeu às pretensões dos trabalhadores, evitando, deste modo, mais paragens que deixem a capital num caos intransitável. Porém, a manutenção de certas regalias, como este texto, vindo do Alentejo muito bem demonstra, não serve ninguém, excepto os próprios interessados. O Metro é contribuinte de um dos maiores défices do país, mas os funcionários desta empresa parecem estar pouco sensíveis a esta realidade. Enquanto uns, muitos, fazem sacrifícios, outros beneficiam, sem qualquer contributo. Disciplinar as contas não pode ser uma obsessão, como alguns defendiam num passado recente, mas um princípio elementar, de respeito por todos aqueles que contribuem. Os interesses instalados não podem continuar a vigorar. É de elementar Justiça Social. CMCEtiquetas: cmc, Sindicalismo
11:01:00 a.m.
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