terça-feira, maio 22, 2007
[0.647/2007] O choque tecnológico por quem não entende o conceito ou A Sociedade da Informação para quem a não percebe
Costuma-se dizer que em casa de ferreiro, espeto de pau. Já não é a primeira vez que refiro o facto de se confundir modernidade com modernismos e verdade com papagueação. Já não é novo saber que muitos dos que apregoam tecnologia, não a praticam. Até já conheci quem propagandeasse uma mailbox para cada português e nunca tivesse escrito um e-mail.
Adelante para se saber ao que venho.
Depois de procurar informação sobre a lista que compõe a candidatura do PS a Lisboa, não fosse a informação do Forum Campo de Ourique - que o PS Lumiar reproduz - teria de aguardar a publicação dos editais. O site oficial do PS não vai além dos dez primeiros (e com um dia de atraso) e nos dos outros órgãos NET de Lisboa, nada. Já para não falar de estruturas de base do PS onde a informação na NET era uma referência que o desleixo deixou perder no vazio e para tentar esquecer a Secção virtual que os estatutos do PS consideram e nunca saiu do papel. Este continua a ser o País onde os deputados têm à sua disposição uma plataforma para desenvolveram os seus Blogs e não a usam. Nada mais a acrescentar. LNTEtiquetas: lnt, PS, Tecnologia
1:50:00 a.m.
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quinta-feira, abril 12, 2007
[0.433/2007] Das coisas estéreis
Sei ser estéril, uma vez que há assuntos muito sérios que preocupam os portugueses, falar das habilitações literárias do nosso diplomado senhor engenheiro.
Sei ser estéril, uma vez que não é requisito para o cargo de Primeiro-Ministro, que o nosso diplomado senhor engenheiro seja, ou não, Eng., Dr. ou Arq..
Sei ser estéril que a defesa da honra do nosso diplomado senhor engenheiro se tenha feito com a apresentação da canudagem porque parece que ninguém duvidava da existência dos diplomas mas sim das formas como tinham sido conseguidos e de outras questões relacionadas com curriculas e biografias oficiais inexactas, pressões sobre a comunicação social (ainda ontem confirmadas na primeira pessoa por Sarsfield Cabral), por exemplo.
Sei ser estéril, uma vez que estamos em Portugal, falar da progressão dos estudos do nosso diplomado senhor engenheiro, mesmo sendo orgulhosamente conseguida em regime pós-laboral, quando a sua profissão é ser político (não se lhe conhece outra, pois não?) sendo que pressupõe, pelo menos, isenção de horário de trabalho no desempenho do exercício das funções (Qual será o período laboral de um deputado ou de um Secretário de Estado ou Ministro?).
Ainda assim apeteceu-me esta coisa estéril em vez de outras em voga como, por exemplo, a de me pronunciar sobre se o aeroporto da Ota deve ser construído na Ota ou em Badajoz.
Apeteceu-me também a coisa estéril porque estou farto de, entre coisas diversas, ouvir o nosso diplomado senhor engenheiro afirmar que uma das prioridades deste Governo é pôr toda a gente na Internet (graças a um espantoso choque tecnológico onde se gasta boa parte dos nossos Impostos) e depois ouvi-lo na televisão sugerir que este meio é um ninho de caluniadores que não se pode, nem deve, levar a sério. do seu, LNT
É um brincalhão, este Perdigão!Etiquetas: Aeroporto, Comunicação, Ensino, Etica, Ficção, Informática, Inovação, lnt, Marketing, Ota, Política Geral, Religião, Tecnologia, Vida
12:28:00 p.m.
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quarta-feira, março 14, 2007
[0.325/2007] Avanços da cidadania
É interessante, desde logo pela anotação no cabeçalho, que o Ministro da Administração Interna, António Costa, tenha criado na árvore do Sistema de Informação e Comunicação do seu Ministério (na Internet) um galho onde pretende fazer passar a sua opinião sobre as matérias de que é responsável. É um novo paradigma e um excelente sinal. A coragem de o fazer, expondo sem intermediários os pontos de vista assumidos como bons para as tomadas de decisão na qualidade de titular da pasta da Administração Interna, revela algo de muito válido no relacionamento directo entre os governantes e os cidadãos. É verdade que o Governo é um colectivo e só a opinião oficial é relevante. Mas é igualmente verdade que o titular de cada pasta é o mentor (ou pelo menos o decisor) dos seus próprios assuntos e a ele compete fazer a defesa política dessas matérias, após o aval do Conselho de Ministros. Só posso dar os parabéns a António Costa pela iniciativa da criação de um Blog com a sua assinatura no âmbito do MAI. Espero que seja bem sucedido. LNTEtiquetas: Cidadania, Inovação, lnt, Política Nacional, Tecnologia
1:43:00 p.m.
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segunda-feira, março 12, 2007
[0.319/2007] Versões Web
Muito em voga está a designação de Web 02 para designar a evolução que nos primórdios os mesmos designavam por "as novas tecnologias de informação". Tal como naquela altura já não eram novas tecnologias, agora ainda não estamos numa Web 02 mas somente num estágio lógico e normal da evolução da WWW. A Web 02 será uma outra coisa diferente, com um paradigma diferente. Não será uma evolução da Net mas uma revolução completa de conceito. Qualquer coisa mais próxima da inteligência artificial e da libertação dos polícias que controlam já cada segmento de I/O que produzimos. Possivelmente nem se chamará Web 02. LNTEtiquetas: lnt, Tecnologia
12:19:00 p.m.
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segunda-feira, março 05, 2007
[0.303/2007] A NetCabo tal como ela é
No Galo Verde (um excelente nome nos tempos que correm) o Carlos explica como a Netcabo se especializou a fazer gato-sapato dos seus clientes. Nada como ir lá ler para perceber o entendimento de uma empresa da PT nacional que insiste em tratar mal os seus clientes e, em vez de os fidelizar, prejudica-os na razão directa da antiguidade. Opa! LNTEtiquetas: Blogs, lnt, Tecnologia
11:14:00 p.m.
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[0.297/2007] Cidadão-eleitor fantasma [ IV ]
Sobre o tema em título que, entre outros, tem tido eco nos Blogs Loja das Ideias, Abjurado e Adufe 4.0, recebi algumas mensagens que importa esclarecer porque misturam o tema do recenseamento com o da votação electrónica, que é matéria diversa e não pode nem deve ser equacionada nesta abordagem. Voltemos ao assunto, propriamente dito, considerando somente a sua tecnicidade (a haver questões Constitucionais deverão ser tratadas à parte). Para emitir um cartão de eleitor quais são os dados que o Estado necessita deter? - número unívoco (para garantir um só voto); - data de nascimento (para garantir a idade mínima para exercício de voto); - nacionalidade (para garantir a capacidade de voto); - local de residência (nas eleições por Círculo eleitoral e nas Autárquicas); - confirmação de identidade do eleitor (fotografia, assinatura, impressão digital, etc.) Todos estes dados constam do BI, logo o Cartão de eleitor é desnecessário. Todos estes dados (e outros complementares que possam inibir(?) o direito de voto) constam do Arquivo de Identificação, incluindo os óbitos, logo o processo autónomo de recenseamento eleitoral é desnecessário. Todos estes dados constam de uma base de dados, logo os cadernos eleitorais são desnecessários. Toda esta informação está disponível em rede, logo, mesmo mantendo o actual sistema de votação presencial, permite que os eleitores possam exercer o seu voto em qualquer mesa eleitoral em caso de Referendo Nacional ou Eleição do Presidente da República, em qualquer mesa eleitoral no distrito de residência (ou emigração) nas eleições Legislativas e em qualquer mesa eleitoral da freguesia de residência no caso de Eleições Autárquicas ou Referendo Local. Dito isto, todo o processo autónomo de Recenseamento Eleitoral é burocracia (caríssima em termos de meios, recursos humanos e circuitos desnecessários), conducente a distorção estatística do resultado das votações e viciadora na atribuição de mandatos. No caso dos Referendos é especialmente grave dado o carácter vinculativo obtido através da percentagem de abstenção. Última consideração - Sendo verdade a fiabilidade e a actualização da base de dados do Arquivo de Identificação, só persiste dúvida quanto à existência de eleitores-fantasma se o Estado, que tem na sua posse toda a informação, a quiser manter. LNTEtiquetas: Blogs, lnt, Simplex, Tecnologia
1:18:00 p.m.
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domingo, março 04, 2007
[0.296/2007] Já votou?
Qualquer dia será possível assistir a este diálogo na blogosfera: - Já votou? - Não. Mas posso votar agora... vou abrir uma nova janela. CMC P.S.- Diálogo inspirado nestes escritos.Etiquetas: Blogs, Tecnologia
7:34:00 p.m.
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[0.290/2007] Cidadão-eleitor fantasma [ III ]
Tu sabes, meu caro Pedro, qual o meu pensar sobre os Blogs. São espaços de reflexão, de relaxamento, de abordagem e de opinião. São principalmente diários de bordo, sítios de partilha numa comunidade que, por nos achar um qualquer interesse, vai-nos lendo, apoiando ou contradizendo. O que nunca serão, pelo menos com o meu contributo, é um tempo de tese (provada e científica) e menos ainda de escola. Se bem reparaste até hoje, poucas vezes, aqui me apanhaste a citar este ou aquele autor, ou a evocar esta ou aquela teoria. Quem quiser saber o que pensavam Platão ou Nietzsche, Adam Smith ou Karl Marx, terá certamente melhores espaços onde se elucidar.
Adelante e voltando as cartões de eleitor e ao desnecessário recenseamento eleitoral.
A forma de o fazer, deixo para quem está encarregue de o fazer. Não tenho pretensões. Afinal há muitos que pagos e bem pagos estão a trabalhar no assunto e compete-lhes resolver o problema. Por muito mal que isto te possa soar, em termos filosóficos, não estou completamente convencido das vantagens do cartão único (Cartão do Cidadão). Talvez só uma questão de urticária, talvez só por percepção de que informação electrónica são 0 e 1 que, para se cruzarem, só precisam de uma matriz. Falamos de matemática e fico-me por aqui. Voltando ao teu acrescento de consulta, que ignorava como sabes, opino que, independentemente do qualquer cartão do cidadão, o recenseamento eleitoral e o cartão de eleitor são inutilidades burocráticas só criadas para complicar, burocratizar se quiseres, o que é simples. A Maloud questiona sobre se nos cadernos eleitorais deve constar o número do BI ao que respondo que os cadernos eleitorais são uma aberração burocrática. Desnecessários e demonstrativos daquilo que o Simplex deverá terminar. Nada acrescentam ao que vem no BI de cada cidadão. O recenseamento eleitoral está na mesma lógica em relação ao Arquivo de Identificação. Em resposta ao teu interlocutor João Ramos só tenho a dizer que o assunto deveria estar resolvido com ou sem Cartão do Cidadão. O BI é suficiente para que não exista o Cartão do Eleitor. LNT Nota: Em observação fica a promessa de José Reis Santos a quem gostaria de informar com a maior cordialidade que sou técnico, e não Spin, destas matérias.Etiquetas: Blogs, lnt, Simplex, Tecnologia
12:53:00 a.m.
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sábado, março 03, 2007
[0.287/2007] Cidadão-eleitor fantasma [ II ]
Sobre o texto 281/2007 diz a Maloud que a abolição do Cartão de Eleitor pode ser perigosa devido ao facto dos cidadãos poderem ter mais de um BI, o que é verdade mas, se a base de dados do Arquivo de Identificação estiver correcta, como suponho que tenha de estar, todos eles terão o mesmo número. É isso que está consignado na Lei quando caracteriza o número como unívoco (art. 1). Mantenho que o Cartão de Eleitor é absolutamente desnecessário, bem como o recenseamento eleitoral, uma vez que o Estado já detém todas as informações, através do Arquivo de Identificação, para poder fazer o recenseamento automático. Isto terá de ser (não sei se já foi) considerado no Programa Simplex. Imaginando que assim será, um simples terminal com uma aplicação informática de controlo, permitirá poupança com a redução dos membros das mesas eleitorais, com todo o processo de recenseamento, com a abolição dos cadernos eleitorais (e cartões). Permitirá melhor conforto aos cidadãos com economia de esforço de recenseamento e guarda de um cartão inútil, para além de lhes permitir votar em qualquer mesa eleitoral. Permitirá benefícios ambientais com a poupança de milhares de toneladas de papel.
Sobre os comentários a Maloud queixa-se das letras de verificação e da caixa de diálogo que se abre sempre que se pretende fazer um comentário. Quando apresentou essa primeira queixa entendi retirar a funcionalidade das letras de check e o resultado foi uma entrada imediata de Spam, razão que me levou a voltar a activá-la. Em relação à caixa de diálogo há duas formas de resolver a questão. Ou respondendo SIM na pergunta que é feita, o que reconheço ser uma maçada, ou resolvendo a questão de vez através do seguinte procedimento: No Browser - Tools - Internet options - Security - Costum level - Display mixed content (activar a opção enable). Fechar o Browser e voltar a abri-lo. A caixa de diálogo deixa de aparecer. LNT Nota: Sobre o primeiro assunto chamo ainda a atenção para a adenda que o José Reis Santos fez no Loja das Ideias.Etiquetas: Blogs, lnt, Simplex, Tecnologia
1:08:00 a.m.
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quinta-feira, março 01, 2007
[0.275/2007] O sebastiânico País do nevoeiro
O mito sebastiânico das elites e satélites atinge o cúmulo do ridículo quando jornais, televisões, rádios, blogs, Parlamento, etc. discutem sem cessar a substituição, em fim de comissão de serviço, de um agente do Estado a quem se pagava demais para as funções que exercia. Dizem os mesmos, acérrimos defensores da contenção de despesa do Estado, que estamos perante uma catástrofe e recusam descortinar que, embora tenha sido evocada a intervenção divina, o milagre a que se referem resulta de um investimento político acrescido na implementação de tecnologias que hoje, já consolidadas, apresentam resultados planeados há uma década. Esses investimentos tão criticados na altura por muitos daqueles que agora pretendem justificar o milagre na pessoa de um Sebastião que parte, cruzam informação, levantam pistas para fiscalização, identificam e notificam automaticamente infractores e dão resultados matemáticos que, longe da inspiração sobrenatural, mas antes devidos a outras personagens entretanto empurradas para a bruma, são tapados com a parolice nacional de uma maioria que nunca entendeu o que é um Sistema de Informação. Os crentes do nevoeiro recusam o óbvio ao repudiar que a "mais receita" advém, por exemplo e sem esforço, do aumento do IVA decretado pelos políticos. A fé tolda-lhes a compreensão para constatar que a haver falhanço é na conta a fazer entre os ilícitos detectados em resultado da tecnologia e aos resultados na incapacidade de os resolver. Santa paciência!
Não há pachorra para tanto nevoeiro, menos ainda no dia em que já outro Sebastião levanta a tampa do sepulcro em que enterrou o País amado e o seu próprio Partido e anuncia o regresso do exílio à Nação Democrata-Cristã, depois de a ter minado nas trevas. LNTEtiquetas: CDS, Fisco, lnt, Política Geral, Tecnologia
12:25:00 p.m.
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sábado, janeiro 20, 2007
[0.092/2007] Da burocracia electrónica
A estória que fez parangonas por ter sido retirado o anexo G1 da declaração de IRS referente ás manifestações de riqueza, não faz qualquer sentido porque esta é uma medida louvável de combate à burocracia electrónica. A única razão para a sua existência era a pressão psicológica que exercia ao alertar que a Administração Fiscal iria fazer esse controlo. Perceba-se o que é burocracia electrónica: Hoje, por exemplo, precisei de ir a uma agência do ACP para solicitar a carta de condução internacional. Do outro lado da secretária uma amável e prestável senhora que logo após me pedir o cartão de sócio, teclou e mexeu no rato do computador, colocou on-line a minha ficha de sócio e depois, para meu grande espanto entregou-me um impresso para preencher com o nº de sócio, que ela já sabia, com o apelido e com o nome, que ela já sabia, com o nº do BI, que ela já sabia, com o NIF, que ela já sabia, com a data de nascimento e respectiva localidade e concelho, que ela já sabia, com a morada, localidade e Código Postal, que ela já sabia e com o nº da carta de condução, que ela já sabia. O que demorou um quarto de hora a fazer e me obrigou a uma acção desnecessária, podia ter demorado dois minutos se ela tivesse feito um Print ou mostrado no ecran a ficha e me pedisse para confirmar os dados. Isto é burocracia electrónica. O tal modelo G1 também o era, uma vez que a Administração Fiscal já detém todos os elementos que solicitava no modelo. Ainda bem que acabou. Espero que sirva de exemplo para todas as outras actividades, como por exemplo, para este verdadeiro aborto. LNTEtiquetas: Burocracia, Inovação, lnt, Tecnologia
12:36:00 a.m.
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domingo, janeiro 14, 2007
[0.059/2007] Não há mil palavras para tantas imagens
É impressionante o vazio constatado no site da visita à Índia criado na Página Oficial do Presidente da República, ao contrário das expectativas propagandeadas com pompa e circunstância Para além de meia dúzia de fotografias, de uns filmes amadores de circunstância fornecidos em largura de banda estreita e pouco do relato do muito pouco que contém esta epopeia que se não cansam de chamar "viagem de trabalho", uns apontamentos insignificantes pouco descritivos, destaques para momentos altos como a apresentação da própria página da viagem ao Presidente Indiano que mais parece uma daquelas chatíssimas sessões com que se bombardeiam os convidados com os slides de família e a inclusão dos discursos oficiais do PR português, em inglês, mesmo quando o link parte de títulos em português. Custa a acreditar que dum território onde estivemos quase meio século, nada reste de língua e de cultura. Nada reste de história que sirva como lastro para a invenção do futuro. A ponte que se esperava desta página tem os alicerces tão degradados como os da outra, de Entre-os-Rios, e de Goa só sobra a acção missionária que consagra este País de Missas nessa saudade do faducho, em que mais não nos calha em sorte que a conversão e a evangelização, desta feita por Ofício na Basílica do Bom Jesus, ponto alto da "viagem de trabalho" da República laica de Portugal. Ao menos os elefantes, Aníbal! Diz-se que uma imagem vale por mil palavras mas há palavras que nada valem, nem com as muitas imagens que nos são propostas.
(Som do Tugir em português)
LNTEtiquetas: lnt, Música, Política Nacional, PR, Tecnologia
2:07:00 a.m.
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