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terça-feira, agosto 31, 2004
 
Causa Nossa

[00.970/2004]
eMail de Post's

Agradecendo a dica do Causa Nossa, também o Tugir em português passou a disponibilizar uma nova ferramenta do Blogger que permite enviar por e-mail a referência dos Post publicados.
Link Mail É o envelope que está imediatamente antes da palavra Comentários no fim de cada Post
LNT
8:39:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Candidatos PS

[00.969/2004]
Correspondência em dia

Amanhã começa o trabalho. Os dois últimos dias foram dedicados à reurbanização da cabeça, às novidades da Blogos, à reciclagem de uma centena de cartas (e contas), ao reencontro de quem ficou. Com o descasque dos milhares de eMail e a depuração dos essenciais, feitos os montinhos dos assuntos a tratar, cheguei agora à secção de desembrulho das cartas do PS.
Na impossibilidade de lhes responder pelas mesmas vias deixo aqui no Tugir em português o meu agradecimento por tanto papel, SMS e eMail de que fui merecedor e passo ao que interessa:
- Em resposta a Joaquim Raposo, Presidente da FAUL, agradeço o convite para assistir ao debate entre os três candidatos que se realizará no Hotel Altis, dia 6 de Setembro pelas 20:30 horas. Não deixarei de estar presente;
- Em resposta a João Soares, Candidato, agradeço o convite para participar das diversas acções de esclarecimento que vem promovendo pelo País. Embora já comprometido com outra candidatura não deixarei de participar numa ou outra acção destas para ter a certeza de que optei pela candidatura correcta. Espero que, a haver uma segunda volta, os seus apoiantes votem no mesmo candidato que eu.
- Em resposta a José Sócrates, Candidato, agradeço a ficha de inscrição de declaração de apoio individual, mas não lha devolverei assinada, porque há muito que entendo que o PS é um Partido da esquerda moderna em Portugal e agora chegou a vez de se afirmar com um novo idealismo democrático, com um novo conceito de Estado (Estado estratega), com ética republicana, com vontade de conseguir um novo contrato social numa estratégia de desenvolvimento sustentável, com coragem para lutar contra a falta de transparência, com resposta inovadora à globalização, com uma cultura de inovação e risco, batendo-se por um máximo de convergência entre políticas públicas e as estratégias empresariais.
Pela mesma razão agradeço a Miguel Coelho. Presidente da Concelhia de Lisboa, o convite para o jantar que vai promover a José Sócrates no dia 8, mas lamento informá-lo de que não estarei presente, embora lhes deseje boa digestão.
- Em resposta a Manuel Alegre, o meu Candidato, agradeço a esclarecedora carta mas já sou subscritor da sua Candidatura e Moção. De alma e coração, conforme já anteriormente referi. Pode contar comigo para o que for necessário.
Respondido ao correio resta deixar o endereço do Acção Socialista onde constam os calendários do XIV Congresso Nacional do Partido Socialista (por extenso).
Para além da eleição por sufrágio directo do próximo Secretário-Geral do PS, está também em causa a eleição dos delegados ao Congresso Nacional que votarão as moções e as listas que comporão, por método de Hondt, os futuros Órgãos dirigentes.
LNT
6:29:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Bota Acima

[00.968/2004]
O João descalçou (por momentos) a Bota

O cheiro, o mau, se o há, fica com quem não gostava de passar por lá. Portanto, eu, chulé, nunca respirei no Bota Acima.
Convergente ou divergente no republicanismo ibérico, cada cabeça sua sentença. Agora, botar a bota fora?
Caro João, talvez seja o descanso a apelar.
Quem anda nestas bloguices há mais de meio ano sente, naturalmente, o fardo pesar.
O produto que aqui está, pronto a ler, traga-se em meia dúzia de segundos, mas, muita das vezes, nem meia dúzia de minutos são suficientes para o colocar aqui.
A bota fica por calçar.
Talvez seja hora do chinelo do descanso.
Caro João, a marcha tem de (continuar a) ser feita e ela só pode ser cumprida com bota calçada.
Fico à espera do próximo par de botas, para (muito) breve.
Até já!
CMC
P.S.- A despedida da velha bota teve o seu quê de interessante, com uma imagem do filme "Goodbye Lenin". Mas, nós, os apreciadores do Bota Acima, não precisamos de recriar o ambiente DDR para o regresso do João Tunes.
Ele, a estas horas, já deve estar desejoso (calculo) de calçar a nova bota, que não sendo a Botilde, não nos precisará, o João, de dar mais do que 1, 2, 3 motivos, para regressarmos aos seus próximos textos.
3:05:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Jumento


[00.967/2004]
Arre burro!

Acabei de por a leitura jumentíca em dia. O bicho, veio de férias cheio de jenica.
Parece que a palha de VRSA tem vitaminas.
até lá passar-lhe a mão pelas crinas que verá que se não arrepende.
LNT
2:37:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Camaleão
[00.966/2004]
Promoções

Regressado do SóFazVento algarvio, foi com agrado que ouvi hoje no RCP a notícia de que uma parceria entre o Ministério do Ambiente e o da Cultura, lançou um programa de propaganda das belezas de Portugal no estrangeiro.
Ainda bem e em boa hora o fazem porque Portugal precisa de outras promoções que não as que se têm feito em todos os noticiários europeus sobre o Ms Borndiep.
Este governo de estabilidade ainda por cima é "expert" em propaganda e por isso a acção tem sucesso garantido.
Ainda assim gostaria de vos falar de que foi com especial agrado que pude verificar que, embora o fedorento ambiente do Sotavento (o que se terão feito aos milhões que vieram das comunidades nos últimos anos) continue pestilento devido às ETAR mal dimensionadas e certamente com mal funcionamentos (fizeram cair as bandeiras azuis na Manta Rota e em Altura), os camaleões voltaram às dunas.
Vi em três ou quatro dias diferentes os bichos a passearem-se e vi o respeito com que, apesar da curiosidade dos que passavam, não foram tocados.
Lembrei-me que, a par destes répteis que felizmente estão a abandonar a extinção, também por lá, as aves de rapina andam em recuperação.
Como dizia um cartaz do defunto Instituto Nacional dos Parques e Reservas Naturais, Todas as aves de rapina (e os camaleões, presumo) estão protegidas por lei em Portugal.
Promova-se pois Portugal e os seus encantos.
LNT
1:56:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



segunda-feira, agosto 30, 2004
 
Sopa, Báh...

[00.965/2004]
Fónix!

Como diria o raio do Anarca que dá um trabalhão dos diabos (ops.!, desculpe Senhor Ministro da Fazenda!) com estas coisas dos links activos e inactivos (Idem para o Ma-Schamba). Ou o Filipe Gil (agora de socas nos pés) que já vai no terceiro ou quarto Blog. Qualquer dia faço como o Paulo Bloguítico e apago os links, que sempre será uma forma de reduzir o trabalho do Blog.
Mas dizia eu: - Fónix! E dizia bem. Já experimentaram ir passar um mês de férias e no regresso abrir a caixa do correio? Socorro! Tirem-me daqui!
Ele é Imposto Municipal sobre Imóveis, ele é pagamento do Cartão de Crédito, ele é o seguro do carro, ele é o seguro da casa, ele é as propinas das faculdades, ele é a conta da EDP, da PT, da TMN, da Novis, da Vodafone, da NetCabo, da Telepac, da Via Verde, (fico-me por aqui senão ficam a saber tanto da minha vida como eu).
Quero voltar para férias, para longe desta caixa do correio infernal onde nunca mais cai o reembolso do IRS (nome antigo do Imposto sobre as pessoas), nem o aviso de que fui brindado com um aumentozito no ordenado.
Fónix, fónix, fónix!
LNT
11:40:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Notas[00.964/2004]
Reentrés, para que te queremos?

Antigamente, a cidade de Faro vivia, nos últimos dias de Agosto, uma disputa política acesa. Pontinha e Pontal eram os locais que juntavam os grandes partidos políticos portugueses.
Aos poucos, a tradição começou a desvanecer-se. Mudaram-se os locais. O Algarve já não era local obrigatório.
Mais a norte ou a centro, as reentrés continuavam a ser o momento que cada partido escolhia para assinalar o arranque da nova época política.
Este ano, fruto da conjuntura, as reentrés foram atiradas às ortigas.
Agora, não se fazem reentres. Realizam-se congressos.
Afinal, em Agosto, sempre se pode estar mais uns dias de férias. Para nada dizer, em silly season, quando a atenção das pessoas é quase nula, é preferível uma altura do ano em que o reparo das pessoas possa ser maior, mesmo quando nada há para dizer.
Sempre é um fim-de-semana, noutra altura do ano, alvo de debate e comentário e o sexo dos anjos continua a ser debate bastante fértil neste solo lusitano.
Porém, há aspectos, distantes da atenção do público em geral que contam, em qualquer congresso. Os lugares internos. A dança de cadeiras. O sai um para entrar um da confiança. O ajuste de contas de outros congressos.
Actualmente, para que se realizam a maioria dos congressos? Nada se debate. Tudo se resume, na prática, à luta por um lugarzito num órgão nacional.
Felizmente, há sempre alguém que anima os congressos. Basta recordar o abraço do calceteiro que queria ser deputado, só por ter aparecido na televisão, ou o astrólogo e comentador desportivo, que lia nas estrelas. Mas, estes senhores pertenciam a outro século e, por acaso, milénio.
Haverá, por acaso, algum abrupto na actualidade que possa vir a animar, com cabeça-tronco-e-membros, os conclaves? A bem da qualidade política, desejo que sim.
A política portuguesa não pode continuar enfadonha, do vira o disco e toca o mesmo. Precisa de ser mais Alegre, com mais conteúdo e (muito) menos embrulho.
CMC
11:34:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Women On Waves
Tropa
[00.963/2004]
Querem Guerra, querem?

Acabo de ver na Quatro o Ministro Marujo a justificar a soberania do mar.
Se o contentor transportado pelo Barco das Women On Waves (WOW)", fosse carga de um TIR, acredito que os valentes que o Ministro Marujo coordena estariam agora na fronteira de Vilar Formoso a impedir a entrada.
Contra os canhões, marchar, marchar!
LNT
Nota: Como diz o CMC, mas por outras palavras:
- Oh pacóvios! Ide olhar pela vida. Distraí-vos com estes "fait divers" porque em Portugal nada mais há para ver. Deixai os marujos em paz, porque é preciso dar exercício aos rapazes!
8:48:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 


[00.962/2004]
O barco e a frota desejada

Esta história (ou deverei escrever estória?) do barco é nauseabunda. O país pára por causa de uma embarcação. O Governo promove a visita, non grata, do barco e o centro das atenções vira-se para as 13 milhas ao largo da Figueira da Foz. (Já reparou na localidade escolhida para atracar? Se fosse há uns anos, não tinha a mínima dúvida de que o autarca da localidade iria a bordo cumprimentar as senhoras. Outros tempos!)
O tema, da IVG, serve sempre para aparecerem os pró e contra num ar muito angelical, vitimando-se uns e defendendo-se outros, de que a moral nacional está à beira do caos. Apregoam os dois lados. Só falta expressar, como o jogador da bola, à beira do caos dá-se o passo em frente.
Se o problema da Interrupção Voluntária da Gravidez continua a afectar as famílias portuguesas, e as mulheres em particular, outros problemas tão ou mais importantes existem no nosso país mas, pelos vistos, pouco interessam.
É caso para desejar um barco do desenvolvimento: educacional, cultural, económico. Este deveria ter as dimensões de um porta-aviões. Outro barco que poderia atracar em Portugal era o do emprego, isto porque, são quase meio milhão de portugueses que se encontram desempregados.
Se esta frota se deslocasse a Portugal, aí sim, era digno deste alvoroço.
Todavia, nem esta frota existe, nem o alarido, caso houvessem as embarcações com os fins acima anunciados, existiria, pois o executivo pouco se preocuparia que estes atracassem nos portos nacionais e ninguém, provavelmente, lhes ligaria.
Tudo passaria ao lado e os problemas continuariam (continuam) a permanecer sem sinais de melhoras.
Em Portugal discute-se o acessório, não o principal. Por isso, o tema da IVG alimenta alguns rostos, dos dois lados, que, desde o referendo de 1998, assumem, com unhas ferradas, uma luta há muito tempo empoçada.
A IVG não vê uma luz ao fundo do túnel, assim como não há luzes para políticas de família, de natalidade, de adopção.
CMC
5:49:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 


[00.961/2004]
Democracia, diz-se

Para grande surpresa, não era nada previsível, as eleições tchechenas consagraram o candidato favorito do Kremlin. Quem diria!
Mas, se até em Cuba há eleições, democráticas consideram, por que não poderá haver outras eleições, noutros locais do globo, com o mesmo molde cubano?
Há cães que ladram e não mordem. Outros há que não ladram, mas sabem morder.
CMC
4:59:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Parolimpicos


[00.960/2004]
Agora os ParaOlímpicos

Com início marcado para 17 de Setembro, os Jogos dos diferentes receberão certamente bem mais do que as três medalhas que os iguais receberam.
Vamos apoiar estes nossos desportistas.
Será também uma forma de homenagear, uma vez mais, o português Obikwelu que lhes dedicou a sua vitória.
LNT
3:45:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Fumaças

[00.959/2004]
Bons fumos

Que bom é ter uma Blogos à mão, sentir de novo esta quase dependência de ler, escrever e comentar gente que sem se conhecer, se conhece.
Que bom saber que também noutros quadrantes políticos existe quem, como nós, entenda que a política é muito mais do que um jogo de interesses alinhados onde o poder é só um meio para atingir aquilo em que acreditamos.
O homem, caro João Carvalho Fernandes é isso mesmo que retractou. Um político credível, contemporâneo, no meio dos cravos vermelhos.
Boas Fumaças.
LNT
2:52:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Republican Convention

[00.958/2004]
Ansioso

Estou nervoso, impaciente e na expectativa. O que irá acontecer na Convenção do estado-de-sítio de NY?
Será que o Presidente de todos os americanos será de novo indicado a concurso?
Espero bem que sim, a bem da estabilidade (mundial).
(esta dúvida que me não larga)
LNT
4:20:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Barco

[00.957/2004]
Batalhas navais

Dê-lhes com os submarinos, Ministro Marujo.
Mande-os ao fundo. Onde já se viu um Estado Comunitário invadir outro? Era só o que faltava! Isso da livre circulação em espaço Schengen não é para ser levado a sério.
O que é realmente necessário é o défice. Isso sim, é ser europeísta de verdade. Mesmo que com as fugas de Primeiros, o que é política interna não seja para levar a sério lá fora.
Força com os submarinos, as corvetas e toda a Marinha que é para isso que a gente paga Impostos (sobre as pessoas).
E se for preciso, como foi com a GNR no Iraque, dê-lhes também com a cavalaria.
Sabemos bem que para proteger os que vão nascer, se for necessário, mata-se.
Grande aplauso para mais esta lição de comunidade europeia.
Não fossem eles distribuir a pílula abortiva em espaço nacional e ficássemos de novo sem governo.
LNT
3:58:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



domingo, agosto 29, 2004
 
m[00.956/2004]
O presidenciável que foi e o que está para vir

Há um ano atrás, sensivelmente, o debate político nacional centrava-se nas eleições presidenciais de Janeiro de 2006. As eleições europeias, a poucos meses de se realizarem, e autárquicas pouco ou nada contavam. Só as presidenciais. Muito por culpa e interesse do, na época, alcaide da capital.
O debate só girava no tabuleiro da direita. Quem devia ser o candidato: fulano ou beltrano?
Um ano passou e a direita deixou de se pronunciar, em especial a partir do momento em que o animador de serviço deixou o horizonte de Belém para as calendas gregas. Afinal, o salto a ser dado a partit da praça junto do Terreiro do Paço seria mais curto do que previamente previsto. Não seria Belém, mas sim, num facto totalmente inesperado, São Bento. As traseiras da Assembleia da República seriam a próxima paragem de quem anda há anos de um lado para o outro.
Penso que é altura da ciência começar a definir este tipo de políticos como uma espécie de caixeiros-viajantes, no universo político. Vai-se andando de um lugar para o outro, nunca se comprometendo fielmente com o cargo presente, pois o objectivo é sempre o próximo posto a querer ser alcançado.
Tenta-se dar uma imagem externa de grande preocupação e determinação com o lugar que se ocupa, quando o mais importante, e é tudo o que faz alimentar o desejo de estar sempre em combate, por isso se procura rentabilizar todas as oportunidades de se fazer ver e ter constantemente de aparecer, seja no cargo oficial, seja como comentador ao chuto da bola, seja com lencinhos, lençóis ou edredões. Tudo se resume em chegar ao poiso seguinte.
Mas, há sempre hiatos e, presentemente, o artista mor do burgo está a passar por um hiato.
De vez em quando, lá desce a terreiro para matar saudades da arte de bem manobrar. Desta feita, o cargo pesa mais e queima mais depressa a carreira. Um deslize é a morte do artista.
Após uma entrada atribulada, com entrevistas aqui e ali, nas palavras cedidas às câmaras, pouco ou nada disse. Nada de novo. Apenas o e-governement (o que é isso?). Fica sempre bem dizer algo com esta pompa e circunstância, nomeadamente quando a sonoridade é estrangeira. Umas mudanças geográficas de ministérios também foram expressas, como se fossem a panaceia das assimetrias nacionais. Ora por que não um ministério ir para o Corvo, outro para Barrancos, assim que terminem as matanças dos toiros, outro para Mogadouro e, ainda, outro pode ir para Oleiros, por exemplo.
Sim! A sentença das mudanças ministeriais anunciadas no fim de Julho foram tão premeditadas como as palavras que acabam de ser escritas.
Um mês de silêncio. No fim das férias, para reentré, nada como premiar os mais atentos com umas palavras cedidas a uma revista. O que foi dito? Nada. A não ser que estavam 48 graus na cerimónia da tomada de posse e que a essa temperatura era difícil ler.
Será que o outro senhor, aquele que os seus companheiros, os antigos, os primeiros agora a considerarem-no um traidor, se aguentou nas cordas vocais com 48 graus? (Talvez estivessem menos dez graus. Pelo menos. Se realmente estiveram os 48,como é que alguém conseguiria ficar no salão? É o tique de tudo hiperbolizar para dar mostras de grande resistente às adversidades.)
Fica-se com a sensação de que pelo menos este Primeiro, ao invés de outros, perde mais de 10 minutos a ler jornais. Nem que seja somente a pousar para a foto. Sim, por que a tarefa de escolher um jornal, entre muitos, de todos os pontos do globo, de fazer com que o nome do jornal seja legível na fotografia, convém que seja um matutino estrangeiro para dar um ar de superioridade intelectual, encontrar um local certo para colocar os dedos no papel, tudo isto somado demora mais do que dez minutos.
Hoje, a direita rende-se, se já não estava, a um só candidato presidencial. Até o candidato, que não se assumia como tal na altura, mas mais do que desdizer confirmava a sua ambição de querer ser Presidente da República; hoje, no cargo mais relevante do executivo nacional, defende que quem deve ser o digno representante da direita, para se cumprir o dito sonho do seu inspirador (a piada é antiga e está gasta), é a mesma pessoa que há uns meses, segundo palavras do respectivo senhor, seria a primeira pessoa (o actualmente candidato inequívoco da direita) a acabar com a coligação que hoje assume o poder em Portugal... Que coerência. A mesma que tem tido ao longo dos tempos. Nisso, reconheça-se: é fiel a si próprio.
A esquerda acabou por ficar com o tique presidencial, retardado da direita. Anda a discutir quem é o melhor candidato. Enquanto, entre horas vagas, grande parte da esquerda faz psicoterapia, querendo recuperar da faca que pensam ter sentido há uns tempos nas costas.
Ainda falta algum tempo para a escolha do candidato, à direita e à esquerda. Mas, haverá alguém, à esquerda, com dúvidas de quem está em condições de melhor travar e poder ganhar a disputa eleitoral? Como diria alguém: é a vida!
CMC
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Notas

[00.955/2004]
Grande regresso

Ganhar, na primeira jornada, fora, e por 4-1, nada de melhor podia acontecer ao Vitórrria.
Venham os lagartos na próxima jornada! Devem ter sido poupados alguns golos em Penafiel para brindar a recepção aos leões.
CMC
8:41:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
USA

[00.954/2004]
Liberdade... até de incongruência

A poucas horas de começar a convenção Republicana, que se realiza na agora mais que histórica cidade de Nova Iorque, não deixa de ser curioso observar o cartaz colocado à entrada da Convenção do partido que procura renovar o seu mandato nos E.U.A.
Num momento em que o republicanismo (ainda) reinante faz passar uma imagem negativa para o eleitorado do seu adversário, John Kerry, nomeadamente como um homem tipicamente francês (recorde-se que o conflito iraquiano abriu um contencioso patriótico e não só entre os Estados Unidos e França, a ponto de ambos se tratarem com certa dose de hostilidade), o partido Republicano, nem de propósito, escolhe a imagem de uma estátua que foi oferecida pela França aos E.U.A.
Mais palavras para quê? Não bastará saber quem é o senhor?!
CMC
3:51:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Moções PS

[00.953/2004]
O romantismo e o realismo
O contemporâneo e o moderno



Palavras alinhadas, moções em cima da mesa, regresso de férias com vontade acrescida de participação, está montado o cenário para a disputa.
Alegre quer mais Igualdade, melhor democracia. Soares quer mais PS. Sócrates quer uma esquerda moderna para os desafios do nosso tempo.
Da leitura enviesada das propostas nada de profundamente discordante se consegue retirar. Há que estudar com mais profundidade, para depois fundamentar o diferente.
Vicente Jorge Silva cita razões que mesmo sem essa leitura já possibilitam alguma escolha. Embora concorde com a ideia geral do que leva a optar não concordo com a sua visão entre o realismo e o romantismo. Não se é romântico por se lutar por aquilo em que se acredita, nem se é realista por se lutar pelo poder concentrado. O debate descentrado do que interessa, como se o que estivesse em causa fosse o candidato a Primeiro-Ministro, serve interesses pouco realistas, mais ainda quando existe a recusa de se dizer claramente como se atingirá esse poder caso não seja obtida a maioria absoluta por todos desejada nas próximas legislativas. É estranho que se chame romântico ao desejo de ver a discussão centrada em premissas conhecidas e se entenda como realista o esconder de acção futura que uma vez mais poderá levar a esquerda a assumir compromissos à direita ou pendurados num qualquer acordo limiano sem a garantia de que o PS assuma de vez, sem complexos, que é um Partido da esquerda democrática.
Catalogar-se de romântica a posição de centrar o debate na política, de a levar para o seu próprio espaço (a Assembleia da República) em contrapartida ao rótulo de realismo com a sua subversão aos executivos e aos poderes económicos que os condicionam, continua a ser a forma desvitalizadora e o contributo para o descrédito da instituição parlamentar em que a democracia portuguesa se tem concentrado sistematicamente.
Confundir romantismo com transparência, confundir realismo com jogos de poder a serem decididos posteriormente por iluminados, à revelia do eleitores, é a falácia que conduz a situações de não retorno nas regras da democracia que cada vez menos mobiliza os cidadãos. Não venham depois as lágrimas de crocodilo quando o número de abstencionistas aumentar ou as emulações na praça pública quando se chamarem os Partidos e não os dirigentes partidários a formar governo.
LNT
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sábado, agosto 28, 2004
 
m[00.952/2004]
De regresso

O Tugir deixa, final e felizmente, de ter o tom monocórdico, nos textos, do mês que agora finda.
As férias do Luís sopraram-se e ele está de regresso e pelos vistos em grande forma.
O som deste blog é muito melhor quando é escrito a quatro mãos.
CMC
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Marsupilami
[00.951/2004]
Impostos sobre as pessoas

A última leitura de praia que fiz antes do derradeiro banho quente em despedida dos quase 40º da praia de Altura, foi a mega entrevista de banalidades que o nosso Primeiro Lopes concedeu à Visão.
Foi uma boa entrevista para ler na praia, que reparei ser lida pelos outros banhistas com o mesmo interesse que dedicavam às bisbilhotices das Máximas e Holas! onde o nosso Primeiro Lopes continua a tratar tudo pela rama, continua a pensar que eGovernement é um circuito fechado de tele-conferência, diz que os Impostos sobre os rendimentos são Impostos sobre as pessoas e faz um interminável discurso de conceitos errados. Prosápia de quem se deixa fotografar para a capa da Visão com o Le Monde na mão. Tiques de pseudo intelectualidade que a pirosice nacional mascarada de modernidade está a transformar este pobre país.
LNT
8:22:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Flamingos dourados

[00.950/2004]
Flamingos dourados

A conselho do meu amigo Delgado Fonseca, levei para férias, no meio das leituras que já anteriormente tinha seleccionado, o romance Flamingos dourados, de Carlos Vale Ferraz (ou Carlos de Matos Gomes, como queiram).
Trata-se de uma estória com a linguagem de caserna que carrega a maldição caída sobre alguns dos fazedores da Revolução, que se deixa ler num correr das 350 páginas de bom português e que conta muitas estórias que se não devem perder.
Se fosse modernaço, desatava a citar muitas das passagens que me recordaram outras tantas coisas que só já não são importantes porque a memória curta dos tempos que correm as não deixam recordar.
Em vez disso aconselho a leitura integral desta obra editada pela Editorial de Notícias. Verão que se não arrependem.
LNT
7:28:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Altura
[00.949/2004]
I' am back

Para desespero de todos os que enviaram algumas centenas de mail's com vírus e para meu próprio mal que deixei o Sol de Altura a troco de... nem eu sei de quê!
Voltei do silêncio a que me dediquei um mês inteiro.
Deixem que antes das saudações aos nossos visitantes fique a palavra de grande amizade ao CMC que uma vez mais se revelou um excelente "tugirence" e impediu a mudez deste falar baixinho que nos comprometemos a fazer.
Amanhã, porque hoje já o é, falar-vos-ei do silêncio digital que um mês fez.
Até já.
LNT
3:45:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



sexta-feira, agosto 27, 2004
 
Dali[0.948/2004]
Debates Imerecidos

Em França, os socialistas preparam-se para realizar um referendo interno, no fim deste ano, com o objectivo de saber qual a posição que o partido deve assumir oficialmente no referendo já agendado para 2005 sobre a Constituição Europeia.
Para além da estrita e directa resposta, dada por todos os militantes, acerca da postura que o PSF deve ter durante a campanha sobre o referendo europeu, há quem veja neste referendo interno, por outro lado, umas primárias do candidato socialista às próximas eleições presidenciais de 2007: Hollande, Fabius ou Strauss Kahn.
Mesmo com a possível personalização do sufrágio interno, sobre outro assunto, que não o referendo à Constituição Europeia, há um debate de fundo que se vai processar e as pessoas em causa, a das primárias, terão de fazer valer os seus pontos de vista.
Seria bom, apreciar debates internos com opções de fundo, substancialmente mais importantes do que andar a debater se se novo ou velho, alto ou baixo, gordo ou magro.
O debate lusitano continua a debater os adjectivos. Quem é dono de que adjectivo e quem tem legitimidade ou não para o ter. Não faltando, a mais inconcebível das posições e confrontações, de existirem ou não pré ou pós coligações. Como se o eleitorado fosse um bolo e com uma faca se pudesse dividir o eleitorado. Esperando-se, a priori, e de forma inconsciente, que metade do bolo não é alcançado. Nem o eleitorado é um bolo, nem os votos são pedidos.
Mas, nestes tempos, todos os partidos comungam do mesmo pecado: solicitam votos, em vez da mais nobre e fidedigna peleja política, que tem estado ausente, em que os votos são merecidos.
CMC
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Pescar o centro

[0.947/2004]
O barco

Só o nome atribuído ao barco, a ter em consideração a denominação que alguém lhe deu em português (quem foi?), é ignóbil.
Sinceramente, até soa a inquisição.
Infelizmente, a questão da Interrupção Voluntária da Gravidez continua a ser motivo de debate de chacota das partes pró e contra.
O problema de fundo, no nosso país, não se resolve. As mulheres que quiserem interromper a sua gravidez, só muito a contra gosto certamente, num determinado prazo não o podem fazer, salvo as três excepções previstas na lei, pois caso o façam são criminosas.
Políticas de família e incentivos à natalidade, nem os ver.
O debate lusitano continua a viver para o mediatismo. O barco atraca, durante uns dias debate-se fervorosamente a questão, e assim que a embarcação zarpar, a questão da IVG volta a adormecer até uma próxima oportunidade, quando não houver escândalos para animar o pessoal.
Já que a palavra aborto não pode ser definitivamente abortada, aborte-se, de uma vez por todas, este debate estéril e sem sentido que muitas pessoas do pró e contra só fazem quando o assunto vem à baila. O que está em causa é a dignidade Humana e por muitas preocupações, que as têm, dos movimentos pró e contra, talvez fosse conveniente, de ambas as partes, diminuir o grau omisso de hipocrisia com que por vezes se apresentam, com ar pudico, de que são os legítimos salvadores da moral e bons costumes.
Quanto ao barco, chamem-lhe, em português, o que quiser, mas do aborto? Que aborto de nome!
CMC
1:39:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Pinochet
[00.946/2004]
Se bem nos lembramos...

A síndroma da amnésia premeditada deve estar a surgir.
Assim como há um passado para julgar.
Aguardam-se os próximos episódios.
CMC
4:05:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 


[00.945/2004]
Os Nobelizados

O prémio Nobel da Paz está excessivamente politizado, qualquer pessoa de bom senso já percebeu. Aliás, basta recordar por que Jimmy Carter recebeu o prémio há uns anos, quando se quis dar um sinal de que se era contra a ofensiva militar dos E.U.A. em solo iraquiano.
Agora, englobar no rol de nomeados G.W.B., Tony Blair ou Monsieur Jacques, não lembra a ninguém, ou melhor, lembra a umas cabeças (merecedoras de tratamento diminutivo) iluminadas.
Até nutro admiração por um dos três, mas o que fizeram concretamente estes senhores para receber o Prémio? Especialmente, espero que não por muito mais tempo, o inquilino da 1600 Pennsylvania Avenue, Washington D.C.?
Se este senhor receber o prémio Nobel da Paz seria bom que a Academia Sueca estatuísse mais um prémio, como por exemplo o da Solidariedade Internacional. O primeiro laureado até devia ser o Chefe de Estado líbio.
CMC
2:43:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



quarta-feira, agosto 25, 2004
 
m[00.944/2004]
desInteresses públicos

Ver a final da Supertaça Europeia, na qual o F.C.P. participará, é uma boa notícia para os apaixonados por futebol.
Pena é, que não haja mais interesses públicos nacionais para solucionar (será que não há?) e que não sejam resolvidos com a mesma celeridade como se despachou a transmissão de um jogo de futebol em canal aberto.
CMC
9:01:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Vacla Havel



[00.943/2004]

Absolutamente:
CMC
* - Václav Havel já não é Presidente da República Checa, como a notícia anuncia.
7:47:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 


[00.942/2004]
Nova Guerra Fria

O putativo conflito armado entre Rússia e Geórgia pode devolver um certo clima de Guerra Fria. Os norte-americanos já devem ter os olhos e os ouvidos bem despertos.
Saakachvili, um protegido dos E.U.A., é um líder demasiado importante para Washington, que não o pode (quer) perder.
O conflito da Ossétia, problema de ordem mais local, jamais poderá colocar em causa os interesses geoestratégicos da hiper-potência, sem esquecer o importantíssimo pipeline.
Nesta altura do campeonato não convém nada à Casa Branca, ao presente e futuro Presidente, um conflito na região entre russo e georgianos. Ter de confrontar, indirectamente, os russos, não deve ser agradável para os E.U.A. terminada que está a Guerra Fria.
Poderá o conflito ser evitado? As idiossincrasias regionais apontam no sentido negativo.
Resta a ONU, mas a ONU continua aos restos.
CMC
9:45:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



terça-feira, agosto 24, 2004
 


[00.941/2004]
Regresso ao futuro

Nasce uma nova moeda, ou melhor, renasce o velho rublo, no próximo dia 1 de Janeiro de 2006. Vladimir queria que ela circulasse na Rússia e na Bielorússia em Janeiro de 2005, mas um dos grandes baluartes da democracia e dos Direitos Humanos no leste, o Presidente bielorusso Lukachenko, prefere o ano seguinte.
Aos poucos Vladimir começa a reunir as pátrias do Urso eslavo.
Depois, nunca se sabe, a Ucrânia, de Kuchma, outro democrata à semelhança do bielorusso, para quem os valores são sempre os do interesse pessoal, tal como Lucachenko, pode aderir ao espaço económico. E, porque não, no dia em que a ala romena perder na Moldávia e a parte russa recuperar o poder, pode ser mais um Estado a fazer parte. Mais tarde, as repúblicas da Ásia Central poderão aderir.
As forças eslavas começam a congregar forças.
CMC
2:00:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Alterofilismo


[00.940/2004]
Greves às segundas

As greves começam a ser um hábito a cada segunda-feira que passa, na Alemanha.
Ontem, as greves, já conhecidas de segunda, fizeram-se sentir em 140 cidades alemãs.
Sabe-se quando começou, no início do mês. Não se sabe quando terminarão.
Resta saber quanto tempo mais resistirá este Governo alemão.
CMC
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[00.939/2004]
Manobras na Casa Branca?

CMC
12:52:00 da manhã . - . Página inicial . - . Comentários (0)



segunda-feira, agosto 23, 2004
 
Suástica

[00.938/2004]
Sinais preocupantes

O anti-semitismo recrudesce a olhos vistos em França.
Não obstante o conflito diplomático entre Paris e Tel-Aviv, a propósito do apelo feito pelo estado de Israel aos judeus franceses para regressarem à Terra Santa, a continuação destes actos bárbaros, sem cessar, são sinais bastante preocupantes.
Na Alemanha, os neo-nazis comemoraram o dia de Rudolph Hess e os desacatos provocados pelos sequazes da cruz gamada fizeram-se sentir.
Tempos preocupantes.
CMC
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domingo, agosto 22, 2004
 


[00.937/2004]
Indecoroso

Pois é... o Tony não está disposto a dar uma ajuda ao grande amigo do outro lado do oceano.
CMC

P.S.- Grande amigo, no entender das pessoas que consideram o Primeiro britânico um servo obediente dos E.U.A. na Europa. É hora, dos anti-Tony, manifestarem descontentamento. Então o homem não quer receber a medalha que outro, aqui ao nosso lado, pagou. Isto não se admite, depois de tanto ter apoiado cegamente o companheiro norte-americano no Iraque. Indecoroso! Devem considerar os que vêem em Tony um criado da presente Casa Branca.
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m[00.936/2004]
Revisionem-se

Nos últimos tempos tem-se assistido a um debate político fraco. As imagens e sons provenientes das televisões mais não são do que pastilhas de artigos de opinião publicados em jornais, que não acrescentam nada de novo.
Afloram-se, no início, temas cruciais, mas, rapidamente, estes são relegados, pois o importante, dos autores dos artigos, passa por demonstrar o currículo incoerente (se o é) com exemplos de uma frase ou uma posição dita na actualidade do visado com atitudes tidas ou expressas no passado.
Quando se fala em revisionismo, de todas (ou algumas, aqui pouco importa) as partes intervenientes, dever-se-ia empolar e dar mais sentido ao termo revisionismo, isto porque, o comportamento político de todos os intervenientes, sem excepção, precisa urgentemente de revisionismo. Considerem-no neo, ultra, hiper, o que se quiser, mas, definitivamente: revisionem-se.
CMC
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sábado, agosto 21, 2004
 


[00.935/2004]
Incongruências

Soube-se que o número de pessoas a utilizar transportes públicos, nas grandes cidades portuguesas, tem vindo a diminuir de ano para ano. Nem mesmo o metropolitano, que "roubava" clientela aos autocarros, deixou de escapar a este êxodo.
Entretanto, também se sabe que está previsto um aumento dos títulos de transporte.
O preço do barril do ouro negro bem pode subir, como descer. Quaisquer que sejam as oscilações, em Portugal, definitivamente, até hoje, a aposta nos transportes públicos nem chega a ser uma miragem.
Com o apelo, entrelinhas, ao transporte privado, bem nos podemos queixar todos, os que usufruem do transporte público e privado, do país urbano que temos. A poluição, que nos aniquila lentamente a vivência na polis, é apenas a ponta de um enorme iceberg.
Minámo-nos aos poucos e estamos completamente enredados nesta teia irrespirável. Tornámo-nos, os urbanos, em homus apneiantes e nem nos demos conta de tal darwinismo urbano. Há sobrevivências da espécie que só radicam na paciência, do tempo que perdemos diariamente. Mais que tudo, é a paulatina degradação de viver.
CMC
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sexta-feira, agosto 20, 2004
 


[00.934/2004]
Carro à frente dos bois

Há debates carentes de maior aprofundamento no confronto de propostas.
Por outro lado, seria importante ter presente o facto de que a vitória nas eleições não é um dado adquirido. Por muito interessante que possa ser a discussão, de haver ou não coligações, esta contenda é estéril, na medida em que, há outros concorrentes a disputar as mesmas eleições e que estes concorrentes também as podem ganhar. Será que alguém se esqueceu deste pormenor?
Quando se coloca o carro à frente dos bois a trajectória que se pretende correr não se fará. Depois o adágio sentença a situação: em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
CMC
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USA

[00.933/2004]
Muito água vai correr debaixo da ponte

A disputa será, muito provavelmente, renhida até ao fim. Estado a Estado todos, sem excepção, são importantes, independentemente do número de representantes que cada um elege.
Todavia, a poucos dias da convenção republicana, que pode permitir a descolagem, nas sondagens, da candidatura de G.W.B., os sinais indicam que os democratas não conseguiram arrancar depois do seu conclave e estão, neste momento, a tentar bloquear o caminho a Nader, para que 2 a 3% não fujam à candidatura de Kerry.
Ainda faltam alguns meses e a possibilidade desta Administração tirar um coelho da cartola, como tiraram o déspota iraquiano de uma toca, é possível.
Nesta campanha tudo é possível. Tudo se faz para ganhar.
CMC
2:44:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Correio[00.932/2004]
Novo recorde?

A fasquia do barril já passou os 49 dólares. Passará hoje a fasquia dos 50?
CMC
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quarta-feira, agosto 18, 2004
 
Tropas

[00.931/2004]
Mais um erro?

O General Wesley Clark já disse que sim.
Os últimos cortes, não orçamentais, mas militares, no que ao número de tropas diz respeito, na Europa e na Coreia do Sul, é mais uma medida da presente Administração norte-americana.
Sem estratégia definida, o que se pode fazer é remediar as situações. Afinal, desde que chegaram ao poder é isso que tem feito. Remediar, mal e desastradamente.
CMC
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Pescar o centro

[00.930/2004]
À pesca do centro

Hoje, na entrevista que cedeu ao El País, o presidente da Câmara de Madrid, do PP, defende a necessidade de o PP regressar ao centro para derrotar o PSOE.
A moda instalou-se. Quando se perde, e após o período de catarse eleitoral, defende-se uma recolocação política. Como se um partido, quando perde as eleições fizesse uma guinada de 180 graus na sua doutrina.
Ora, quem optou foram os eleitores. Portanto, quando o PP se apresentou no passado mês de Março às legislativas, como partido de direita moderada, nem estava mais à direita nem mais à esquerda. Como, presentemente, se encontra em tal situação.
A retórica doutrinária, e esta já está gasta, continua a fazer a apologia do regresso a ou ir de encontro a.
Será que o sufrágio exprime algo mais para além da vontade colectiva de mudar e/ou reprovar? Provavelmente, sim. Mas essa versão é da política portuguesa. Sempre que há eleições nunca nenhum partido político assume a derrota. Há sempre um ganho qualquer, nem que seja menos votos. É sempre um ganho... a menos!
Em Espanha, tal como em Portugal, sempre que o partido do poder passa para a oposição há sempre alguém que defende a necessidade de colocar o partido ao centro. Nem esquerda, nem direita, só centro.
CMC
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terça-feira, agosto 17, 2004
 
m[00.929/2004]
Debate de esquerda

A eleição para a liderança do PS tem suscitado um debate acerca da esquerda socialista e social-democrata no novo século. E, tudo isto, à margem do debate interno, pois as candidaturas estão mais preocupadas com o R-X do concorrente do que com o seu programa.
Agora quer-se fazer crer que a esquerda tem de abandonar a sua visão de um Estado Social, que assegura aos cidadãos condições dignas de bem-estar, e render-se à realidade de um neoliberalismo nos últimos fôlegos. Ou seja, pragmático ao extremo, para poder reinar, enquanto a moda do momento fôr consentânea com a figura que lidera, segura-se o poder.
Ora, é aqui que se cai no erro. É no nivelamento por baixo, ao abdicar das condições sociais de bem-estar, em vez de se elevar a fasquia - pois essa é a exigência de uma sociedade que se quer mais desenvolvida, sem desprezar, jamais, a fraternidade.
O problema mais crasso, neste mundo, do pós-capitalismo e do fim do neoliberalismo, é que infelizmente continua a ser concebido as pessoas a submeterem-se aos números e não o inverso.
A rendição ao puro pragmatismo, que é demasiado ilusório, pois o hoje não corresponde necessariamente ao amanhã, na dimensão temporal reduzida, de governar para o já e cortar a torto e a direito com a única obsessão de ter os números em linha, não mais promove do que a deserção do valor Humano de cada sociedade.
O Estado não pode alimentar a ociosidade gulosa de alguns que dele se querem aproveitar, mas também não pode ser o carrasco que eleva a instabilidade social.
A esquerda socialista e social-democrata do século XXI deverá reler o frutífero debate existente no início do século XX no SPD, entre Bernstein e Kautsky, e dele retirar ilações do que devem ser as melhores opções, sem esquecer, obviamente, que já estamos noutro contexto temporal e mundial completamente diferentes do contexto que pode e deve servir de reflexão para os desafios a que socialistas e sociais-democratas se devem propor no dealbar deste novo milénio.
CMC
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segunda-feira, agosto 16, 2004
 
m[00.928/2004]
Debate rosa

Na política nacional, só a rosa continua a ser motivo de interesse. Todavia, o debate continua a centrar-se em torno das personalidades. Se têm qualificações, se são novos, se são velhos, se sabem citar, se já fizeram isto e aquilo, se estão ou não em condições de ganhar a este e àquele, se fazem ou não fazem acordos pré ou pós eleições, se são os melhores e os outros os piores, se são candidatos a chefe de executivo ou não são, se são mais ou menos estetas. Em suma, um debate quase estéril.
Propostas? Poucas. Até agora, praticamente, só os perfis, dos outros, são as propostas debatidas.
Que as moções façam luz sobre o debate!
CMC
9:26:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Adamastor
[00.927/2004]
Ainda a Venezuela

Os textos publicados sobre o referendo venezuelano têm levantado, nos comentários, alguma contenda.
Se, de forma fácil, se pode vislumbrar a simpatia ou o distanciamento da personagem que lidera o país, subjaz a esta visão uma defesa ou ataque à política do Presidente e, também, à postura (de preocupação) que os E.U.A. têm para com o Estado sul-americano.
Não tenhamos dúvidas, que há uma ajuda do poder central aos mais carenciados, nomeadamente a nível de educação e saúde, fruto do intercâmbio estabelecido entre a Venezuela e Cuba. Toma lá ouro negro, empresta-me matéria humana de qualidade para determinados e importantes sectores da sociedade.
Mas, não invalidando este aspecto, que é importante, há outro facto que não pode ser obnubilado: o senhor que continua a presidir os destinos da Venezuela é um populista. E, acrescente-se, se este senhor não é da melhor estirpe, quem se encontra na oposição, e anteriormente fazia parte do rotativismo estagnado do poder político venezuelano, antes do militar conquistar o poder pela via eleitoral, não fica em nada atrás da demagogia do Presidente. Ou seja, nem um é o indicado, mas mantém-se no poder, nem a grande parte da oposição, anteriormente governante do país, serve o futuro do país.
Por conseguinte, a Venezuela encontra-se entre a espada e a parede. Para qualquer lado que se vire, o melhor nem passa pelo menos mau. Ao ponto que se chega!
Quanto à possível repetição de 1973, mudando o palco, em vez de Santiago do Chile a acção poder desenrolar-se em Caracas, não consigo, neste momento, vislumbrar qualquer golpe panachista na Venezuela.
Primeiro, os E.U.A. estão a poucos meses de eleições presidenciais e qualquer movimento, brusco ou mínimo, no exterior (e no interior) poderia ser mais um tiro nos pés desta Administração, que já tem os pés completamente enxaguados de lama do deserto árabe, fora o buraco do orçamento e o desemprego.
Segundo, e preponderante, esta Administração não tem ninguém chamado Kissinger, que, por todos os defeitos e virtudes que lhe possa ser (re)conhecido. Tem, quanto muito, uns falcões, de garras afiadas por que o cargo em que se encontram assim lhes lima as unhas, e sem qualquer rasgo de visão, que, como se sabe, a visão, é uma das principais características destas aves de rapina. Esta espécie política tem garras, mas não tem visão (nem a curto prazo, como se nota no Iraque, quanto mais a longo prazo).
CMC
6:46:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Correio[00.926/2004]
Resultados e contecimentos sem surpresa

A personagem venceu. Como já era esperado. Novidades? Só se o senhor de barbas brancas não fosse da Lapónia.
E agora? Penso que a instabilidade, não a desejando, regressará, ou melhor, a continuará.
Entretanto, as reacções são esperadas.
Venezuela: vira o disco e toca o mesmo de há uns para cá.
CMC
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domingo, agosto 15, 2004
 
Mao

[00.925/2004]
Comunismo olímpico

A "Pública" deste domingo fala-nos dos ex-maoístas lusitanos do período quente em Portugal entre 1970 e 1975. As pessoas que militavam na altura no MRPP e no PCP (m-l) e noutros partidos maoístas fecundados e abortados no momento da transição de Portugal para a democracia. Jovens que no período quente mais não foram do que apaixonados por uma utopia na qual creram e pela qual lutaram, sobretudo, contra os inimigos principais: os revisionistas moscovitas (o PCP).
O artigo publicado na revista do "Público" (a não perder) vem, indirectamente, a propósito de um caso que me tem despertado interesse: a República Popular da China no desporto mundial. Isto, num momento, em que decorrem os Jogos Olímpicos em Atenas.
A presença dos atletas chineses, em quase todas as modalidades faz-se sentir. Basta notar na tabela de medalhados e a China está em primeiro lugar.
Não haja dúvidas que a afirmação de uma grande potência mundial (à beira de se tornar uma hiperpotência? - o futuro dirá, se bem que as condicionantes geográficas não sejam muito profícuas nesse sentido) afirma-se, também, no campo desportivo.
Basta recordar a antiga URSS e ver como os atletas soviéticos eram os melhores do mundo. Tal como os países pertencentes ao Pacto de Varsóvia. Muitos desses países ainda hoje são grandes potências do desporto, repare-se nas diversas modalidades onde os novos e próximos membros da UE dão cartas... e medalhas, nos Jogos Olímpicos.
As ditaduras comunistas, tiranas na sua essência, têm enormes "pecados", nomeadamente no que aos Direitos Humanos diz respeito, mas também deixaram heranças, como na área desportiva, bem marcantes e importantes para as sociedades dos respectivos países.
Regressando à China, ela continuará a afirmar-se cada vez mais, com muita precaução, e paciência, como é timbre chinês, neste planeta em período de mudança de paradigmas.
Se a cerimónia de inauguração de Atenas foi de quebrar a respiração, dentro de quatro anos veremos se temos condições para conseguir respirar no mesmo acto, por que não nos esqueçamos, é Pequim a cidade organizadora dos Jogos Olímpicos de 2008.
A China tudo fará para mostrar ao mundo, nesse que pode ser o seu ano de glória (pensamento à ocidental - esta sentença) da China com Alma de Mao e estrutura de Deng Xiao Ping.
CMC
9:27:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Correio[00.924/2004]
Prognósticos durante o jogo

O "No" vencerá.
Lá aparecerá a personagem de bíblia na mão e Símon Bolívar como referência. Recebendo, de certeza, uma calorosa saudação proveniente de Havana.
O que acontecerá depois é (muito) mais preocupante.
Estabilidade? Pessoalmente não a prevejo.
CMC
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sábado, agosto 14, 2004
 
Grecia
[00.923/2004]
Platina?

Será que esta semana a barreira dos 50 dólares será batida?
Mesmo detendo o recorde mundial, nem o campeão Bubka conseguiria, se ainda competisse e estivesse em excelente forma, ultrapassar a fasquia a que se propõe o ouro negro passar na semana que se avizinha.
A energia da vara fica para outros carros, menos poluentes, menos rápidos e mais amigos da natureza. Regresso (qualquer dia) às origens... (tal não é a escalada de preços)...
CMC
2:11:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)



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