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terça-feira, julho 31, 2007
 
capacetes azuis

[1.005/2007]
Finalmente!

O Conselho de Segurança aprovou, por unanimidade, o envio de 26 mil capacetes azuis para Darfur.
CMC

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8:53:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Magritte[1.004/2007]
Da evolução e da estagnação

Caro Rui,
Gostei do que li e concordo na globalidade com os teus argumentos.
Se me acusas de responsável por teres em consideração o Labour, assumo toda a boa responsabilidade nessa interpretação que posso provocar.
Não ando aqui, ou em qualquer lado, a passar atestados de esquerda, dizendo quem é ou não de esquerda, quem tem ou não princípios de esquerda, ou até de direita. Normalmente, os leninistas são muito dados a isso. Mas não são os únicos. Sinal de fraqueza ou talvez inexistência de valores, para criticar constantemente os dos outros!?
Por outro lado, não são apenas considerações e patacoadas que teço aqui e defendo, os factos são referidos e dados. Merecem e recebem, a natural e desejável concordância, nuns casos, e divergência das pessoas, noutros.
Quando refiro o Reino Unido, é porque de facto o Governo do Labour tem demonstrado estar à altura das responsabilidades e expectativas das pessoas e do seu futuro. Desde 1997 que os serviços públicos melhoraram em áreas cruciais: Educação e Saúde. Dizem que Blair era um seguidor das políticas da Dama-de-Ferro, mas, na verdade, esta não era muito dada aos serviços públicos como os Governos do Labour. Ela preferia a privatização, em vez do público.
É um bom exemplo de governação de esquerda, o do Labour, por mais que há quem na própria esquerda não simpatize. Os dados, mais do que os argumentos, estão à vista de todos: o desemprego baixou, a economia prosperou, a Saúde e a Educação melhoraram, a descentralização concretizou-se. Não são meras palavras, são constatações. Fáceis de anunciar e difíceis de concretizar. E já estão executadas. Será que têm sido políticas más a deste Governo? Será que os britânicos, que devem ser um povo muito parvo e pouco desenvolvido, já deram três vitórias a um partido e estão, agora, pelos vistos, à beira de atribuir a quarta consecutiva?
As pessoas sabem o que querem.
Já em França, por exemplo, onde um conjunto de dirigentes iluminados do PSF, que gostam de se pavonear e reclamar de mil e um princípios, quase todos eles anacrónicos e pouco responsáveis, estão no lugar em que as pessoas os querem, há vários anos: na oposição.
A diferença é, portanto, clara e inequívoca, entre em quem evolui, acompanha a mudança dos tempos e procura dar respostas a esse tempo com medidas actuais e quem permanece imutável. Uns estão interessados em concretizar os seus princípios transformando e melhorando a sociedade, outros dizem que mudam o mundo, mas como todos os oníricos e/ou irresponsáveis, apenas mudam de posição no sofá onde só têm o dom de condenar e criticar qualquer coisa, e aos quais não se reconhece muita credibilidade, pois quem apenas sabe criticar e condenar não se espera que possa construir.
A esquerda moderna nem cede nos princípios nem anda a passar atestados de esquerdismo, está mais preocupada e interessada em melhorar as condições de vida, tendo, na sua concepção, o Estado um papel importante em sectores determinantes para o futuro da sociedade e não faz do Estado, como certa esquerda pretende, um abafador da individualidade do Cidadão, que deve saber, por si só, conduzir o futuro que quer. Obviamente, em termos sociais, os mais necessitados e vulneráveis precisam de um apoio que o Estado tem o direito e o dever de cumprir.
É o futuro que importa, pois há esta quase inevitável evolução, com algo de darwinismo, de melhorarmos de geração em geração. A sociedade muda. Ontem, na comunicação, utilizavam-se sinais de fumo, hoje utilizamos telemóveis. Por isso deixou-se de comunicar? Nem por isso, pelo contrário, comunica-se mais e melhor.
Em suma, há quem queira melhor, e isso obriga a um esforço e acompanhamento dos tempos, e há quem se deixe ficar, desprezando as mudanças que ocorrem, pensando que as soluções adequadas de ontem são as respostas de hoje. Como qualquer pessoa sabe, não são.
Opções! E cada um faz livremente a sua!
CMC

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3:23:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Rui Cerdeira Branco[1.003/2007]
Para leitura

E obrigatoriamente para reflexão mais cuidada ficam dois (um e outro) interessantes textos de Rui Cerdeira Branco no Adufe.

À partida e no meio de muita concordância, uma discordância de base.

Aquilo que o Rui considera uma divergência geracional, considero divergência de princípios.
Há muita gente nas duas gerações que acredita que a ideologia é a base da diferença, assim como haverá muita outra que a não considera importante.
Entendo importante porque entendo não valer, à conta de chavões de modernidade e evolução, apregoar princípios em que se não acredita.

Se eu acreditasse que a ideologia que me guia era diferente da que está contida na Declaração de Princípios do Partido Socialista, não era seu militante.
As teorias também evoluem, também se inovam e modernizam. O que não parece possível é que se adulterem de tal forma que deixem de fazer sentido.
Tem de haver algo de diferente que nos faz alinhar por uma ou outra coisa e enquanto se acreditar que é esse algo que aponta o caminho correcto a seguir, embora seja evolutível, não é negociável.
Talvez depois do Verão, aqui ou noutro espaço, abordarei as questões levantadas.
Para já e como matéria para férias fica a nota.
LNT

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MNAA Tapetes[1.002/2007]
Coisas realmente importantes no tempo que passa

São os tapetes e a pintura.
Coisas perenes, bonitas, esforçadas e valiosas.

Coisas de passado que fazem a História.
Coisas de futuro, porque nos relatam a História que contém.

Hoje, pelas 19:00 horas, no Museu Nacional de Arte Antiga, a olhar a cidade e o rio.
LNT

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Paulo Macedo[1.001/2007]
Excitações

O Rádio Clube Português, estação que vou ouvindo de manhã e nos trajectos de automóvel, não se calava com o elogio fúnebre na hora da partida de Paulo Macedo.

No mínimo é estranho que um Director-Geral tenha uma cobertura mediática tão relevante e, como não podia deixar de ser, patética, pelo empolamento das acções, pela ignorância dos comentadores e pela sabujice do louvor por alguém que a troco de muito mais do que alguma vez foi dado a todos os outros, cumpriu a obrigação de gerir bem um serviço público.
Logo pelo repetir sucessivo da designação de Direcção-Geral das Contribuições e Impostos que o jornalista não deixava de referir amiúde quando, há anos, essa organização se chama somente Direcção-Geral dos Impostos, o que não tendo importância especial revela a falta de preparação nos trabalhos de casa.

Depois pelo exagero absoluto das muitas realizações que são atribuídas a Paulo de Macedo, como se ele tivesse sido pioneiro da modernização da máquina fiscal.

Não tivessem antes António Nunes dos Reis na DGCI (que tão injustamente foi tratado por Manuela Ferreira Leite) e António Cavalheiro Dias na DGITA sido tão eficazes e inovadores como foram no tempo em que dirigiram as Direcções-Gerais dos Impostos e a de Informática e Apoio aos Serviços Tributários e Aduaneiros em tempos de Sousa Franco, Pina Moura e Oliveira Martins e Paulo Macedo não estaria agora a ser alvo de tantas atenções.
Foi com eles que se implementaram os Sistemas de Informação e as visões do contribuinte como cidadão e foi igualmente com eles que se inovou no relacionamento com os contribuintes através das tecnologias Web, (entre outras com as Declarações Electrónicas) logo na altura um sucesso, embora sem o impacto que os meios de comunicação social agora insistem em propagandear.
Fizeram-no sem as recompensas de salários escandalosos e a descoberto de protecções absurdas, divinas e humanas, inclusive com a crítica acesa de alguns, como Saldanha Sanches, que hoje falam de Macedo como o grande obreiro da revolução no fisco.

É com massa desta que se faz a demagogia e o culto do personalismo num país em que ter memória é meio passo andado para se ser rotulado com as parvoíces do costume.

Pelo que agora se ouve, o Fisco fica nas mãos de quem o conhece, o qual aliás o geriu na sombra e em quem se deposita a maior confiança na eficácia e eficiência, talvez por ¼ dos custos anteriores.

Paulo Macedo passa à História como um bom Director-Geral dos Impostos, tal como muitos outros que o antecederam e menos do que outros que lhe abriram os caminhos da glória neste País de basbaques.

Que fique na paz do BCP e Teixeira Pinto que se cuide, amém.
LNT

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lupa[1.000/2007]
Há com cada uma!

El preso argelino de Guantánamo Ahmed Belbacha pide a la justicia estadounidense permanecer en prisión ante el temor de ser torturado de vuelta a su país

Entre o deplorável, por parte dos Estados Unidos, e o terrível, um preso argelino quer ficar em Guantanamo.
CMC

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segunda-feira, julho 30, 2007
 
António Costa[0.999/2007]
Mãos à obra

Pagamento de dívidas, limpeza da cidade e combate ao estacionamento ilegal são algumas das medidas prioritárias que António Costa vai assumir, depois da tomada de posse como presidente da Câmara Municipal de Lisboa, na última semana de Agosto.

A partir de quinta-feira Lisboa vai, finalmente, começar a mudar para melhor!
CMC

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aeroporto[0.998/2007]
Boa notícia

O Ministério da Defesa enviou hoje documentos ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) em que conclui que o Campo de Tiro de Alcochete pode ser utilizado para a construção do novo aeroporto.

Mais um argumento importante para a decisão a tomar no início de 2008.
CMC

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autarca de Gaia[0.996/2007]
A típica posição populista

O candidato à presidência do PSD, Luís Filipe Menezes, defendeu este domingo a necessidade do partido se transformar para poder aproveitar o descontentamento existente na sociedade e conseguir vencer as eleições legislativas em 2009.

O xico-espertismo nacional patente nesta posição do candidato à liderança do PPD.
Que há descontentamento no país, é natural. São precisas reformas, que estão a ser implementadas, e estas provocam sempre resistência, pela mudança existente.
Porém, as pessoas não são parvas e não se deixam iludir com esta pretensão do candidato à liderança laranja, de aproveitar o descontentamento.
É preciso apresentar alternativas às políticas que estão a ser seguidas. E nesta matéria, o populismo não apresenta, porque, como o autarca de Gaia empregou exemplarmente a palavra: o senhor só quer aproveitar. Nada tem a apresentar, apenas aproveitar.
É assim que (sobre)vive o populismo, de aproveitamento, sem assunção de qualquer responsabilidade.
Os militantes laranjas têm duas ricas prendas por onde escolher no final de Setembro: uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma.
CMC

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Ritz Club Lisboa[0.995/2007]
Coisas da Web – Ritz Club

Passeio pela Net em busca da cadeira do barbeiro do Ritz Club e fico a saber que o Sempre em Festa, como lhe chamávamos aquando das fugas nocturnas da Base Aérea da Granja do Marquês, está em ruínas e de portas fechadas.
Nada de muito grave, não fosse aquele lugar ser merecedor de memória pelo rasca do mais triste espectáculo de Cabaret de Lisboa, pelo menos nesse tempo em que acolhia a malta dos blusões de voo que, desenfiados, por lá passavam fins de noite entre copos, pouco juízo e a ameaça da Polícia Aérea os caçar.

Na pesquisa encontrei dois apontamentos dignos de nota.

Um, descritivo, que dispensa outras apreciações por relatar tudo aquilo que lembro e outro, onde se guardam notáveis imagens de memória anterior, penso que dos tempos áureos do Clube.
Infelizmente, da barbearia não consegui registo fotográfico.
Aceitam-se pistas.
LNT

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domingo, julho 29, 2007
 
lupa[0.994/2007]
Despropósito

O presidente da Federação Distrital do PS/Porto, Renato Sampaio, afirmou este domingo que a directora regional de Educação do Norte não ficou fragilizada com o caso Charrua, revelando que não será demitida porque «está a fazer um bom trabalho».

A que propósito, e com que autoridade, fala o Presidente da Federação do PS Porto em demitir ou não a Directora Regional de Educação do Norte?
Se fosse uma questão partidária, devia ser um dos primeiros a ser ouvido e a conhecer posição. Agora, no caso de uma pessoa que está ao serviço do Estado?
Todo este episódio do caso Charrua me pareceu mal contado. De um e do outro lado. O dirigente distrital socialista escusava de contribuir com mais um episódio para este caso deveras pitoresco. A justificação, absurda, de que a senhora até foi mandatária da campanha de Manuel Alegre na corrida presidencial é outro dos despropósitos referidos.
Seguíssemos o modelo norte-americano, de haver um x de lugares de confiança política, de conhecimento público, que entram e saem mediante o partido que exerce o poder, e o país passava bem melhor sem estes casos nada dignos, que só servem para denegrir os partidos e pouco servir as pessoas.
CMC

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Angola[0.993/2007]
Quando terá Angola futuro? II

Gostava de trazer também aqui à colação que Angola tem tantas e reais condições de prosperidade que é, em todo o mundo, aquele cuja economia mais cresce e bem de longe: 35%

Agradeço o pertinente comentário que refere o crescimento da economia angolana, uma das mais pujantes do mundo, como os dados não desmentem.
Porém, quando me refiro ao futuro de Angola, e mesmo tendo presente o crescimento da economia angolana, que já acumula crescimento na casa dos dois dígitos há vários anos, refiro-me ao desenvolvimento global, não parcelar.
Angola, Moçambique e Guiné-Bissau estão no fundo da tabela, respectivamente nos lugares 161, 168 e 173, no grupo de países com um índice de desenvolvimento humano considerado baixo (inferior a 0,500).
CMC

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Gordon Brown[0.992/2007]
O exemplo de Brown II

Caro André,
Entusiasmo excessivo com Brown? Não creio. Veremos, no entanto, com o tempo como evolui a política de Brown, que prometeu ao país uma nova etapa de políticas do Governo e tem demonstrado que está a cumprir com o expresso.
Refira-se, também, que o primeiro mês de governação não foi nada fácil. Atentados e cheias, mais do que um duro teste ao novo inquilino de Downing Street.
A confirmar-se a notícia de que as legislativas britânicas têm lugar ainda este ano, Brown está apostado em querer legitimar, quanto antes, o seu poder. Ele quer mostrar que é Primeiro-Ministro por opção dos britânicos e não por legado. Seria, por outro lado, interessante saber qual o resultado da Escócia, onde alguns já vêem a possibilidade de uma cisão nas ilhas de Sua Majestade, com o recente recrudescimento dos nacionalistas escoceses.
Havia, por outro lado, a tentação de comparar a transição do Labour com a dos Conservadores. Era quase inevitável. Brown tem evidenciado que não é uma sombra, como foi o Primeiro-Ministro sucessor da Dama-de-Ferro.
CMC
P.S.- Tomo conhecimento, pelo Insurgente, que a referência académica altermundialista de Coimbra recebeu um prémio do pseudo-biblista-bolivarista. Justiça se faça ao señor de Caracas. Ler o que o altermundialista escreve na Visão sobre os mais-do-que-progressos-ultra-democráticos-venezuelanos merecia um prémio.

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cartoon[0.991/2007]
O desespero de quem quer ficar no poder

Alberto João Jardim não poupa críticas a José Sócrates. Na festa do PSD Madeira, em Chão da Lagoa, Jardim apelou ao Presidente da República para vetar as leis fascistas do Governo de José Sócrates, ao mesmo tempo que acusou o primeiro-ministro português de ser uma ameaça à coesão nacional.

O soba regional continua a banalizar e adulterar o discurso político, além do já conhecido recurso ao insulto. Nada de muito imprevisível.
Porém, se do dirigente regional já é esperada esta atitude, pouco digna de uma pessoa que devia dar-se ao respeito e respeitar, lamenta-se que o Presidente do maior partido da oposição esteja junto e apoie este tipo de intervenções. Bem sei que está presentemente em causa o seu lugar na liderança do partido, mas quem tanto dizia ser defensor da credibilidade política, podia, hoje, no Chão da Lagoa, dar um exemplo de como não pactua com insultos.
Como a Madeira não é Oeiras nem Gondomar, e até é capaz de valer uma eleição à frente do partido, nesta altura do campeonato, para o líder do maior partido da oposição tudo vale.
É pena, as palavras enunciadas não corresponderem aos actos.
CMC

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Daniel Radcliffe - Equus - Harry Potter[0.990/2007]
Os bruxos

A geração Harry Potter tem umas varinhas mágicas que possibilitam o futuro independentemente da análise do presente e do passado.
São uns adivinhos engraçados que vivem na realidade dos ecrãs e misturam a ficção com a realidade, como se tudo fosse aquilo que parece ser.
Os ingleses descobriram isso quando Daniel Radcliffe resolveu aparecer em Equus tal como-Deus-o-deu-ao-Mundo e chocaram-se por saber que afinal o menino feiticeiro assexuado era um jovem como os outros.
Os britânicos são peritos em descobrir coisas que toda a gente já sabe há muito.
Neles não se estranha, pelo menos não se estranha tanto como nos não ingleses que ainda há um mês faziam de Blair uma espécie de Nossa Senhora de Fátima das ilhas do norte e agora já descobrem o caminho das estrelas pelo soprar dos novos ventos.
LNT

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Gordon Brown[0.989/2007]
O exemplo de Brown

Há poucas semanas, escrevia-se por aqui:

Se Brown for tão bem sucedido como foi na última década, em termos das Finanças, e a agenda política for a sua, tiver o seu cunho, penso que o Labour poderá ganhar em 2009. Tudo depende de Brown.

Hoje, o DN refere:

O Labour recolhe neste momento 41 por cento das intenções de voto, seguido à distância pelos Tories com 32 por cento, e pelos Liberais-Democratas, com 16 por cento. Números que representam uma reviravolta surpreendente, já que no momento em que Tony Blair passou o testemunho (dia 27 de Junho) os conservadores ainda mantinham uma maioria de três a quatro pontos percentuais.

No escasso período de um mês, o Labour retoma a dianteira política britânica de forma confortável, muito por mérito da política desenvolvida pelo novo Governo, que tem sido exemplarmente liderado por Gordon Brown.
O início de mandato do novo Chefe de Governo não podia ser pior: ataques terroristas poucas horas depois de tomar posse e cheias sem paralelo há mais de meio século no Reino Unido.
Às dificuldades o novo Primeiro-Ministro britânico provou estar à altura de lidar com os problemas e superá-los.
Fica o exemplo de Brown e do Labour, para aqueles que têm receio em mudar.
As pessoas contam nos partidos. E estes, quando são organizações dinâmicas e abertas, não têm como temer o futuro, refugiando-se nas glórias do passado como o Labour podia fazer, pensando em 1997, 2001 e 2005, pois não há, como nunca houve, em política, concepções do passado que melhorassem o futuro; não há, como nunca houve, pessoas providenciais, e ninguém é insubstituível. Quando todo um conjunto de pessoas estão interessadas naquilo que verdadeiramente importa: o país e as pessoas, os partidos políticos e os seus militantes dão bons exemplos de que é possível recriar e inovar as políticas, continuando a defender os mesmos princípios.
Brown é o exemplo de que a mudança de liderança, partidária e/ou governativa, não é um drama, mas uma nova etapa que se abre e esse momento cria novas oportunidades.
Os partidos políticos, como os Governos, precisam de dinamismo e não é com lideranças que se pretendem eternizar que a mudança tem lugar.
CMC

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Senhor Peixe[0.988/2007]
Coisas da silly season Lisbonense

De ananases.
Isto hoje foi de ananases, como dizia o meu avô.

No Sr. Peixe, local predilecto para a frescura do animal que se segue pelas profundezas, salvo o escaldante da conta, a coisa compôs-se sem espinhas nem escamas.

Lisboa está de ananases, meus caros.
Enquanto o tempo pede Sotavento e o vento que passa não deixa notícias da minha praia, a canícula lisbonense traz animação.

Na agenda dos pôr-do-sol da semana que vem, há três, entre os outros dos Lux e tal, que merecem relevo, a anotar:

Dia 31 de Julho – O Pôr-do-Sol da cultura, ali para os lados de Alcântara, no Museu Nacional de Arte Antiga.
Mistura tapetes e pintura, culturas islâmicas e sedas, caminhos de mar e travessias terrestres, evangelização e comércio.
Mescla tudo e prepara um lavar de alma com amor, bom gosto, qualidade e beleza para o adormecer do Sol na foz do Tejo.
Às 19:00 horas. Obrigado Susana.

Dia 1 de Agosto – O Pôr-do-Sol doutra miscelânea, esta mais dada ao corte e aos sentires da pele.
A barbearia do Senhor Luís, templo das tradições portuguesas vai abrir com uma visita guiada e que finda com um mês de descanso.
Os croquetes alinham-se entre duas salvas com ovos de codorniz prontos a serem palitados e as perdizes desfiadas em molho vilão.
Sentem-se os fragores de canela, as tesouras afiadas e os vapores da lama e do enxofre que deixarão em brasa as carnes mais requintadas.
Que o engenho e a arte iluminem o tosquiador!

Ainda no dia 1 de Agosto , pelas 17:00 horas – O Pôr-do-Sol da multiplicidade das estrelas.
A batuta de Costa, a lata de Carmona, a dislexia de Negrão, a teimosia de Roseta, o avantismo de Ruben e a prosápia do , vão avançar com pompa e circunstância sobre a dama platinada do Forum Lisboa que os irá coroar com um elmo viking.

Pores-do-sol na coisa da silly season lisbonense.
Vai ser de ananases, meus caros.
De ananases!
LNT

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sábado, julho 28, 2007
 
Angola[0.987/2007]
Quando terá Angola futuro?

Ao ler o Expresso de hoje sabe-se que as eleições em Angola, legislativa e presidencial, não vão ter lugar em breve. Prevê-se que a primeira ocorra em 2008 e a segunda em 2009.
Há uns anos, depois do desaparecimento do líder da UNITA, em 2002 - há cinco anos!, falava-se em eleições em 2006. Estamos em 2007, e o calendário eleitoral está por cumprir. E, provavelmente, dentro de um ou dois anos se fale em 2010 ou depois.
Agora que já não há galo negro a combater, pelo que espera o todo o poderoso Presidente de Angola para convocar os angolanos a escolher o seu futuro?
Há quem diga que só o Presidente garante a estabilidade do país. É muito possível que tal seja verdade e, mais do que garantir a estabilidade do país domina, com mão-de-ferro, o MPLA. Um Estado dentro do Estado.
Porém, Angola merece futuro... e há 32 anos que não tem nenhum!
Por quanto tempo mais continuará a adiar-se o futuro de um dos mais países, de África e do mundo, com mais condições de prosperidade?
CMC

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BCP[0.986/2007]
A vingança serve-se fria

O BPI "não está a escolher entre o senhor A e o senhor B", disse Fernando Ulrich ao Expresso. Em qualquer caso, o sentido de voto do BPI levará o banco a alinhar na assembleia-geral do BCP de 6 de Agosto com Jardim Gonçalves e contra Teixeira Pinto.

Até dia 6 de Agosto muita água vai passar debaixo da ponte do BCP. Será um confronto de titãs e o BPI, de opado passa a accionista determinante no do grupo que o queria opar.
O BPI opõe-se, portanto, ao homem que provocou alguns calafrios no banco até a OPA soçobrar.
E, lá teremos, também, para mais-do-que-felicidade-dos-nossos-pecados, outra semana a ouvir as loquazes intervenções do senhor que há dias fazia manchetes em tudo o que era revista.
CMC

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Tapetes Museu Nacional de Arte Antiga

[0.985/2007]
Dos Tapetes

Uma exposição sempre actual.

O TAPETE ORIENTAL EM PORTUGAL

no dia 31 de Julho
Museu Nacional de Arte Antiga
LNT

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sexta-feira, julho 27, 2007
 
livro[0.984/2007]
Terá sido? Algo foi assim!

A publicação deste livro causa um profundo impacto, desde logo por causa da sua autora e, muito mais, pelo conteúdo que apresenta: as memórias de militante totalmente entregue e serviente do ideário comunista ao longo de várias décadas, com o qual viria a romper radicalmente.
Aliás, é a essência do livro, a militância político-partidária, que deu nome e projecção a Zita Seabra em Portugal.
Ainda não o comprei o livro mas espero fazê-lo em breve.
Li com interesse a entrevista que a antiga militante comunista deu na semana passada à revista do jornal Sol.
Porém, antes da aquisição da obra, tive curiosidade de ler qual a interpretação dada pelo partido ao qual Zita tanto entregou e que hoje tanto a despreza.
Reza assim a crónica do oficialíssimo Avante:
Dizemos nós, em contraponto, desde já: a afronta odiosa que «Foi Assim» transporta contra o Partido Comunista, é de tal monta que os antigos inquilinos do Carmo, depostos no 25 de Abril, teriam gostado muitíssimo, se ainda cá estivessem, de marcar o evento com a sua presença!
(...)

«Foi assim» é, contra as aparências de um depoimento realista, um texto basicamente de ficção: a narradora conta o seu passado para o reinventar, desacreditando-o. É uma caricatura grotesca e anedótica da clandestinidade como clausura contrariada, a deturpação política intencional da vida partidária e do papel do PCP na Revolução de Abril, etc..
Como seria de esperar, o PCP diz que Zita apresenta uma ilusão.
Não sei se o escrito é todo ele uma ilusão. Não parto desse pressuposto. Todavia considerar tudo?
Apesar de renegar a sua militância comunista, da entrevista dada ao Sol, percebe-se que Zita Seabra continua a nutrir fascínio por Álvaro Cunhal, não pelos seus ideais, mas pela sua personalidade.
O PCP, pelos vistos, continua a ter na descaracterização da individualidade humana um desprezo intolerável, insistindo desse modo, na tese segundo a qual o que conta é o colectivo. Mas um colectivo sem rostos é uma manada.
Goste-se ou não da pessoa, Zita Seabra foi um dos principais rostos do comunismo em Portugal. Procurar, como o PCP faz, branquear a história, pretendendo anular Zita Seabra do seu património, é branquear a própria História do PCP.
CMC

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cartoon[0.983/2007]
Pés de barro do populismo venezuelano

O que há a reter é que foi um general prestigiado do chavismo e um dos mais intímos de Chávez a criticar o actual rumo da Venezuela e a dar voz ao descontentamento.

Caro Tomás,
Mais do que sinais, sou conduzido a questionar: primeiras brechas? Se calhar...
Quase sete anos de desastrosa governação começam a dar sinais nos círculos mais próximos do pseudo-biblista-bolivarista.
Vale, ainda, o elevado preço do petróleo.
O populismo venezuelano acabará mais depressa pela falha do modelo, que não tem arte nem engenho de criar riqueza. Pelo contrário, só a desbarata.
Pelo que li no El Pais de hoje, as críticas feitas pelo Ministro da Defesa no momento da sua saída da tutela do ministério são pragmáticas e óbvias. A Venezuela está a percorrer uma espiral que compromete seriamente o seu futuro.
CMC

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políticos franceses[0.982/2007]
Ajuste de contas?

El ex primer ministro francés Dominique de Villepin ha sido imputado hoy en el llamado caso Clearstream por "complicidad en denuncia calumniosa" y otros delitos, según ha informado uno de sus abogados.

Villepin, encausado además por "receptación de robo y de abuso de confianza", así como por "complicidad de uso de falsificación de documentos", se convierte en el primer político encausado en esta antigua trama para tratar de cerrar el paso al Elíseo a Sarkozy, lo que da a este sumario un giro de "asunto de Estado".


Veremos no que vai dar este processo Clearstream.

El caso Clearstream está relacionado con una serie de denuncias calumniosas que, de forma anónima y a través de listas falsas de cuentas en la empresa Clearstream, afectaron entre 2003 y 2004 a distintas personalidades políticas francesas, entre ellas al presidente, Nicolas Sarkozy, cuando éste era ministro del Interior y principal rival político de Villepin en el seno de la Unión por un Movimiento Popular (UMP).

El nombre de Sarkozy aparecía en unos listados de cuentas bancarias de la sociedad luxemburguesa Clearstream como beneficiario de fondos millonarios en el extranjero, en los que también figuraban otros políticos e industriales franceses.

CMC

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7:17:00 da tarde . - . Página inicial . - . Comentários (0)




 
Cenoura
[0.981/2007]
Dos comentários

O Figueiredo está convencido que daqui a dois anos os eleitores do PSD que neste momento apoiam as medidas do PS vão votar no PS?

Pois eu não estou, mas deixo a futurologia para os que no presente dizem sempre que o futuro é que interessa. (fórmula mágica que só serve para a desresponsabilização, porque o futuro não é mais do que o resultado do presente e este é sempre passado.)

E como a vida é feita de pequenos nadas fica a música que os Estatutos do PS ainda determinam como sendo o seu Hino.

Música (Som do Tugir em português)

LNT

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Portugal[0.980/2007]
Razões de uma escolha que não era a melhor

Caro Pedro,
Como bem sabemos, o PS tinha melhor candidato da sua área política do que os dois que surgiram da área socialista na última eleição presidencial.
Infelizmente, o próprio partido encarregou-se de inviabilizar a candidatura presidencial que reunia as melhores condições, quando, logo em 2001, muitos recearam defender as políticas do então Governo socialista e outros acusaram o melhor candidato, e que daria seguramente um bom Presidente da República, de traição.
Enfim, os gestos nobres e dignos em política colhem repúdio. E o reconhecimento das limitações é desprezado, como se qualquer pessoa fosse imbatível.
Quanto aos dois candidatos da área socialista que entraram na eleição presidencial, e que me merecem o maior respeito, e respeito não significa vassalagem, em 2006 não podia votar em quem sempre apreciei a lucidez da interpretação política dos tempos que correm e que não tem tido, no meu entender, nos últimos anos. Por outro lado, o facto de Mário Soares já ter sido Presidente da República era outra das razões com que não encarei com grande receptividade a nova candidatura a Belém.
Por isso, e entendendo que não devia votar em branco ou abster-me, votei no sentido de procurar inviabilizar a eleição do candidato favorito à primeira volta.
Confesso-te que me entusiasmei no início, quando Alegre apresentou a candidatura, porque de facto o PS não conduziu bem o processo da corrida presidencial, mas ao longo da campanha, em especial na recta final, comecei a apreciar menos a intervenção do candidato em que votei, pela vitimação que começou a assumir e o discurso anti sistema.
Por outro lado, importa reconhecer, a candidatura de Alegre teve várias virtudes. Desde logo, o facto de mobilizar pessoas de vários quadrantes que apoiaram a candidatura sem qualquer problema da sua identificação política. Foi um movimento interessante, pela espontaneidade e entusiasmo que gerou no país. E teve, depois, o terrível defeito de uns quantos elementos da candidatura, que se julgaram donos e senhores do milhão e tal de votos, como se aquela expressão massiva, nas urnas, não tivesse única e exclusivamente apenas um sentido: votar num candidato presidencial. Como se todos aqueles votos fossem transponíveis para outros actos eleitorais totalmente distintos. Arvorando-se, certas pessoas, em donos e senhores da cidadania, como se fossem os únicos, num total desprezo desse mesmo princípio da cidadania, que é o respeito de cada pessoa.
Agora, meu caro, o tempo é de futuro. Só quem nada tem para dizer ou apresentar, se refugia e reconforta no passado, vivendo, alimentando-se e iludindo-se de memórias.
CMC

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António Arnaut

[0.979/2007]
Dos dinossáurios

(António Arnaut) Não é um homem qualquer. Fundou o PS com Mário Soares e é considerado o «pai» do Serviço Nacional de Saúde. Maçon assumido, antigo grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, estes são os desabafos de um homem que, aos 71 anos, vê o seu partido de sempre perder «alma e identidade» às mãos de uma geração sem passado e sem ideias «que aprendeu os ensinamentos de Maquiavel».


Um fundador do Partido Socialista que está lá mal?
Ou será mais um dinossáurio com sandices e visões anacrónicas que merece ser corrido pelos iluminados-cucos sem história que fazem tábua-rasa da Declaração de Princípios do Partido Socialista?
A ler na Visão desta semana.
LNT

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Haniyeh[0.978/2007]
Palavras a tomar em consideração

EN - Há alguma possibilidade de reconhecer Israel?

IH - Antes do mais, que Israel reconheça o Hamas.
(...)
IH - Hamas nunca vai pegar nas armas de ninguém, só nas do povo palestiniano e do seu território. Mas os jovens, em geral, em terra palestiniana, e no mundo árabe e islâmico, continuarão a ser atraídos para o extremismo e para as acções violentas se continuarem a ser afastados dos valores islâmicos moderados. Aí, eles vão utilizar o extremismo e a violência para resolver as situações de crise.


Uma interessante entrevista do ex-Primeiro-Ministro palestiniano, na qual não expressa o não reconhecimento de Israel, ainda que também o não admita. Quanto à influência do terrorismo que empunha os valores islâmicos, por mais que deturpem o Islão, o Ocidente devia assumir uma postura de não continuar a estender um tapete vermelho à Al-Qaeda para entrar onde quer e pode recrutar pessoas.
Caro Rui,
Continuo a ver em Haniyeh um moderado do Hamas.
CMC

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Cuba[0.977/2007]
Nova ponte para os Estados Unidos

Durante el discurso, Raúl ha propuesto al futuro presidente de Estados Unidos -que será elegido el próximo noviembre- comenzar un diálogo que sirva para pacificar las relaciones entre la isla comunista y Washington.

Já não é a primeira vez que o Presidente provisório de Cuba dá sinais de querer estabelecer pontes com os Estados Unidos.
E que tal abrir o caminho da democracia?
CMC

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quinta-feira, julho 26, 2007
 
ImpostosImpostos[0.976/2007]
Com papas e bolos...

Já recebeu o seu rebuçadinho das Finanças?

Não?

Então não perca a oportunidade, mas depois não o coma, que quem o avisa, seu amigo é. (O rebuçado, como seria de esperar, é intragável)

À esquerda deixo lembrança para o outro rebuçado que vai ter de papar até ao final do mês.
Olhe que a multa não é coisa doce!

E já agora, no almocito de despedida que Paulo Macedo vai ter no Hotel da Lapa no próximo Sábado haverá rebuçados das Finanças ao café? (por exemplo saber quem o vai substituir?)
LNT

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Argentina[0.975/2007]
A senhora que se segue II

CK la llaman en Argentina, al mejor estilo estadounidense. A ella, a Cristina Fernández de Kirchner, candidata peronista a la presidencia argentina y esposa del actual mandatario, Néstor Kirchner, le gusta Hillary Clinton, pero también se identifica con "la Evita del puño crispado".

Uma candidata e uma campanha a seguir.
CMC

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Gravata[0.974/2007]
Das gravatas

Quem trabalha com a complexidade sabe que só há uma forma de lidar com ela:
Fragmentando cada segmento e trabalhá-lo até que a as partes estejam resolvidas.

A juventude, a inexperiência e a insipiência têm uma forma especial de lidar com a complexidade, nada de grave não fosse o repetir de erros, que é abordá-la num todo.

São processos de aprendizagem resultantes de má formação, julgo, mas como ignorante que sou, poderei estar a julgar mal.

Frustra o tempo que passa com esta gente que só usa gravata berrante de uma cor, sem entender o tempo que perde até perceber que o rei na barriga é uma coisa da monarquia e que as gravatas estampadas ou listadas têm muito mais tonalidades e que é nessas tonalidades que está o saber.

Para descomprimir com coisa antiga, p.e., Bob Dylan:

Música (Som do Tugir em português)

LNT

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UE[0.973/2007]
A propósito deste comentário

Leio isto:
O presidente do Banco central europeu, Jean-Claude Trichet, criticou, numa entrevista ao semanário Die Zeit, hoje distribuído, a tentação de alguns países de fazerem do BCE o bode espiatório de todos os seus males.
Paris, descontente com a política de taxas de juro elevadas do instituto que contribui para a valorização do euro e diminuir as vantagens dos grupos exportadores, gostaria que os responsáveis políticos da zona euro intensificassem o seu diálogo com o BCE, para influenciar as suas decisões.
«Não foi o BCE que definiu a sua independência, foi o tratado», insistiu Trichet
.

Quanto à coragem do novo Presidente francês, que reconheço me surpreendeu nos primeiros dias de mandato, e nos últimos tempos tem vindo a dar sinais de uns tiques proteccionistas pouco salutares, para os franceses inclusive, quero ver como se comportará o senhor quando houver necessidade de rever a PAC. Aí sim, veremos até que ponto a sua audácia reformista é genuína e transformadora. Ou cederá, como suspeito aos interesses dos seus agricultores, com claros prejuízos para todos os consumidores europeus?
CMC

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quarta-feira, julho 25, 2007
 
Apontamentos[0.972/2007]
Entretanto

E porque já não apetece escalpelizar mais, quem não leu o artigo de Manuel Alegre no Público pode lê-lo ainda no serviço público que o Luís Aguiar-Conraria fez o favor de oferecer no Destreza das Dúvidas.
LNT
Original: Aqui, no O Público

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Guilhermo Munoz Vera[0.971/2007]
Ler para reflectir

Já não é a primeira vez, nem certamente será a última que convido outros a ler para formar opinião.
A sabedoria, julgo, não é parte inata ao ser humano.
Adquire-se pela análise, pela abertura ao contraditório e pela predisposição para aprender.
Assim como ler muito não significa ler bem, também o empinanço não significa apreender.
Leia-se e reflicta-se.
LNT

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Primeiro-Ministro[0.970/2007]
Post sem Liberdade e com medo (segundo alguns)

Gostei da entrevista do Primeiro-Ministro à SIC. Medidas e resultados concretos apresentados nas diversas áreas da governação.
Todavia, de toda a entrevista há um ponto com o qual não concordo muito menos subscrevo a posição do Primeiro-Ministro português, quando apoia a posição do Presidente francês, de promover o debate em termos de PEC e, com isto, pretender, como quer o político gaulês, adiar os cumprimentos acordados a nível europeu em termos do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
Se não concordam com a política do BCE, não a culpem a instituição cumprir o que lhe é exigido. Mudem, então, a natureza do BCE, que actualmente não tem quaisquer princípios norteadores em termos de crescimento.
CMC

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Magritte[0.969/2007]
Reflexões de princípio

1 - Só há uma razão para que as pessoas pertençam a um Partido. É reverem-se na Declaração de Princípios desse Partido.
Mesmo quando se não revêem numa ou noutra direcção política não têm de mudar nem abandonar o Partido a que pertencem porque sabem que em democracia essas direcções estão lá temporariamente.
O que se não entende é que hajam pessoas que pertençam a Partidos e discordem dos Princípios que os regem. Se não conseguem alterar os Princípios talvez fosse melhor meterem as mãos na massa e criarem um novo Partido com os princípios que defendem.
2 – É inadmissível ver militantes de um Partido fazerem ataques pessoais (porque os políticos até são desejáveis) a outros, principalmente a outros a quem tudo devem. Ainda mais quando esses ataques partem de quem nunca fez nada de relevante pelas liberdades, pelo regime, pelo Partido ou pelo País, contra aqueles que construíram tudo isso. Esses sim, estão mal. A falta que fazem às organizações políticas é proporcional aquilo que construíram.
De uma sociedade onde os mais jovens entendem que nada devem aos que lhes deram pão e formação, não se pode esperar mais.
Os resultados são brilhantes como se constata pelo desinteresse crescente em cada eleição que se sucede.
LNT

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 [0.968/2007]
Entre a sandice e a realidade

Caro Tomás,
Em questão de defesa e valorização da Democracia estamos em total sintonia. O que quis expressar, é que esta não está em causa no nosso país. Aliás, a maior e melhor prova de que a Democracia e a Liberdade não estão ameaçadas é de que se fala e debate o assunto. Com fantasmas e espuma do dia que são criados para gerar o debate, é evidente, mas fala-se.
O discurso reinante destes dias, de certo modo faz lembrar aquela imagem do: agarra-me senão atiro-me a ele!
Quanto ao artigo em causa, e acabei por ler de tarde, por me terem emprestado o jornal, lamento as baboseiras enunciadas, sobretudo as que o deputado acusa, entrelinhas, este Governo de não ter políticas sociais.
De duas uma, ou Alegre anda a dormir no plenário ou não tem lá metido os pés. Mas, mesmo nos dois casos, se tiver um pouco de pachorra, e antes de puxar da pena e versar sandices, podia, por exemplo, passar no site do Ministério do Trabalho e Segurança Social e tomar conhecimento das medidas assumidas por este Governo. Neste ponto, refira-se, Alegre é de uma deselegância e falta de seriedade para com um dos melhores Ministros deste Governo, Vieira da Silva.
Alegre acaba por ser o bom exemplo da esquerda fossilizada, a que considera que para se ser de esquerda é preciso nacionalizar tudo, que o público tem de fazer tudo.
Além da leitura errada ela também é nociva e socialmente injusta. Ou será que na sociedade o valor do indivíduo e o respeito do privado não existem? Continuar-se-á com a linguagem marxista do opressor e oprimido? Enfim...
Para a esquerda democrática e inovadora, o Estado deve manter os seus préstimos sociais, porque é um Direito e Dever público que tem, adaptando-os aos tempos que correm. É essa a sua doutrina. Que a direita não aceite este ponto de vista do Estado, respeito, mas não concordo. Agora que a esquerda, a esquerda democrática (não me refiro aos leninistas porque estes além de dogmáticos não gostam da Democracia) que devia perceber que para manter os direitos sociais é necessário assumir e empreender reformas, no sentido de manter esses mesmos direitos sociais, só uma visão política anacrónica pode considerar que não são necessárias medidas de adaptação e modernização das políticas sociais. Como se fosse possível manter um sistema da década de 70 na actualidade.
Não é só o PSF que conta com visões anacrónicas, por cá também contamos com alguns camaradas. Mas, felizmente, o PS português há muito que está desempoeirado.
CMC

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Manuel Alegre[0.967/2007]
Escalpelizemos [ Intervalo ]

Intervalo para ir ali ao Bloguítica de Paulo Gorjão buscar mais uma transcrição por inteiro.

«Sei, por experiência própria, que não é fácil mudar um partido político por dentro. Mas também sei que, (...) em outras circunstâncias, como nas presidenciais de 2006 e, agora, em Lisboa, que os cidadãos, pela abstenção ou pelo voto, punam e corrijam os desvios e o afunilamento dos partidos políticos. Há mais vida para além das lógicas de aparelho. Se os principais partidos não vão ao encontro da vida, pode muito bem acontecer que a recomposição do sistema se faça pelo voto dos cidadãos. Tanto no sentido positivo como negativo, se tal ocorrer em torno de uma qualquer deriva populista. Há sempre esse risco. Os principais inimigos dos partidos políticos são aqueles que, dentro deles, promovem o seu fechamento e impedem a mudança e a abertura
LNT
Ref.: textos 960/2007 e 961/2007
Para recordar

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Manuel Alegre[0.966/2007]
Escalpelizemos [ V ]

Transcrevendo devagarinho, parágrafo por parágrafo, para saber se é verdade ou se é mentira, se é resistente ou se é prospectivo, se é reaccionário ou construtivo, se resulta de uma reflexão de dois anos ou de uma vida, se tem conteúdo ou se é um conglomerado de frases feitas, se é consistente ou se é contigente:
5.- (Quem se cala) Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.

LNT
Ref.: textos 960/2007 e 961/2007
Para recordar

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Manuel Alegre[0.965/2007]
Escalpelizemos [ IV ]

Transcrevendo devagarinho, parágrafo por parágrafo, para saber se é verdade ou se é mentira, se é resistente ou se é prospectivo, se é reaccionário ou construtivo, se resulta de uma reflexão de dois anos ou de uma vida, se tem conteúdo ou se é um conglomerado de frases feitas, se é consistente ou se é contigente:
4.- (Quem se cala) E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, "o partido sem medo", como era designado em 1975.
LNT
Ref.: textos 960/2007 e 961/2007
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Manuel Alegre[0.964/2007]
Escalpelizemos [ III ]

Transcrevendo devagarinho, parágrafo por parágrafo, para saber se é verdade ou se é mentira, se é resistente ou se é prospectivo, se é reaccionário ou construtivo, se resulta de uma reflexão de dois anos ou de uma vida, se tem conteúdo ou se é um conglomerado de frases feitas, se é consistente ou se é contigente:
3.- (Quem se cala) Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia.
LNT
Ref.: textos 960/2007 e 961/2007
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Manuel Alegre[0.963/2007]
Escalpelizemos [ II ]

Transcrevendo devagarinho, parágrafo por parágrafo, para saber se é verdade ou se é mentira, se é resistente ou se é prospectivo, se é reaccionário ou construtivo, se resulta de uma reflexão de dois anos ou de uma vida, se tem conteúdo ou se é um conglomerado de frases feitas, se é consistente ou se é contigente:
2.- (Quem se cala) Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros.
LNT
Ref.: textos 960/2007 e 961/2007
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Manuel Alegre[0.962/2007]
Escalpelizemos [ I ]

Transcrevendo devagarinho, parágrafo por parágrafo, para saber se é verdade ou se é mentira, se é resistente ou se é prospectivo, se é reaccionário ou construtivo, se resulta de uma reflexão de dois anos ou de uma vida, se tem conteúdo ou se é um conglomerado de frases feitas, se é consistente ou se é contigente:
1.- Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo.
LNT
Ref.: textos 960/2007 e 961/2007
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 [0.961/2007]
Mudam-se os tempos, muda-se a vontade, mas há quem esteja parado no tempo

Há alguns meses que deixei de comprar o Público e por isso não li o artigo que o jornal hoje publica de Manuel Alegre.
Porém, já tinha lido no Hoje há Conquilhas e agora vejo aqui, no TUGIR, reproduzidas algumas linhas do que o deputado socialista escreveu.
Apesar de não ter a percepção global do texto, só a parcial, pelo que li, noto que o discurso da resistência continua a transpirar. Não que isso seja mau ou negativo, porque não é. Mas porque, em termos de construção, pouco tem para dizer, nada contribui. A posição é sempre de reacção, não de construção.
Os tempos mudam, como diria o grande poeta luso, e, portanto, a política também muda.
As aspirações e necessidades são outras. Estamos em 2007. Mas não há quem resista, à falta de melhor argumento e perspectiva políticas, retomar tempos antigos e estabelecer paralelismos, ainda que diga que nada têm em comum com a actualidade. Como se a referência ao tempo do Santo Ofício ou do Estado Novo não fosse empregue com um propósito bem claro, quanto aos fins que o texto pretende atingir, de comprar o incomparável. Como se hoje, em 2007, a Liberdade estivesse em risco. Como se o medo estivesse instalado. Como se houvesse só silêncio e obediência. A ser assim, foi a Democracia que falhou e os seus protagonistas que não estiveram à altura. E que saiba, Alegre já anda nestas andanças há mais de 30 anos. Só há dois anos é que despertou para esta realidade? E escreve estas linhas quem votou Alegre nas presidenciais.
O problema não está na falta de Liberdade ou na presença de medo, como noutros tempos. O problema está naquilo que há mais de 100 anos Eça tão bem descreveu e caracterizou e ainda hoje é patente. Como é que os seus escritos estão tão actuais? O problema é, portanto, mais fundo e complexo, é de conteúdo, mais do que de forma. Se quisermos, até podemos ir a Antero e encontrar algumas das consequências do atraso.
Mas, os tempos mudaram, e a integração europeia tem sido benéfica na mudança que tem ocorrido. E como os tempos mudam, a doutrina socialista também muda, como sempre aconteceu com esta corrente democrática do socialismo, que não se encerra em dogmatismos. Pelos vistos, o camarada Alegre continua com a visão de 1975, que é muito respeitável, mas nada exequível e totalmente desfasada em 2007.
Neste caso, vale a pena recordar a máxima de Kennedy, pois o que o deputado quer, é que seja a oligarquia do partido a dar o exemplo a todos, mas a responsabilidade tem de ser assumida por cada um, seja governante, dirigente partidário ou cidadão.
Com a experiência política que tem, Alegre devia saber, e dizer, que os primeiros adversários do Governo e do partido que apoia o Governo são os militantes socialistas que dão maus exemplos nos cargos que assumem.
Como disse o sábio Napoleão, o poder é efémero e tanto é mais efémero em democracia.
Os militantes que se armam em pequenos sobas, que se julgam donos e senhores de um cargo que é público, são, esses sim, os primeiros adversários do PS, pelo mau exemplo e irresponsabilidade que dão. Além do péssimo serviço público que prestam.
Porém, já se sabe, quem ficou parado no tempo, não se espera que dê um contributo construtivo na sociedade democrática. Apenas a resistência, que foi determinante na oposição à ditadura, mas não serve com a mesma utilidade e consequência em democracia.
O mundo mudou e há quem esteja parado... e nalguns casos ressabiado.
O tempo é da globalização! E até já temos, neste país, como alguns querem fazer crer, sem Liberdade e com medo, blogues onde cada um exprime a sua opinião pessoal.
CMC

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Publico[0.960/2007]
Porque gosto de Manuel Alegre?

Quem se cala perante a delação e o abuso está a inculcar o medo. Está a mutilar a sua liberdade e a ameaçar a liberdade dos outros. Ora isso é o que nunca pode acontecer em democracia. E muito menos num partido como o PS, que sempre foi um partido de homens e mulheres livres, "o partido sem medo", como era designado em 1975. Um partido que nasceu na luta contra a ditadura e que, depois do 25 de Abril, não permitiu que os perseguidos se transformassem em perseguidores, mostrando ao mundo que era possível passar de uma ditadura para a democracia sem cair noutra ditadura de sinal contrário.
(…)
O que não merece palmas é um certo estilo parecido com o que o PS criticou noutras maiorias. Nem a capacidade de decisão erigida num fim em si mesma, quase como uma ideologia. A tradição governamentalista continua a imperar em Portugal. Quando um partido vai para o Governo, este passa a mandar no partido, que, pouco a pouco, deixa de ter e manifestar opiniões próprias. A crítica é olhada com suspeita, o seguidismo transformado em virtude. Admito que a porta é estreita e que, nas circunstâncias actuais, as alternativas não são fáceis. Mas há uma questão em relação à qual o PS jamais poderá tergiversar: essa questão é a liberdade. E quem diz liberdade diz liberdades. Liberdade de informação, liberdade de expressão, liberdade de crítica, liberdade que, segundo um clássico, é sempre a liberdade de pensar de maneira diferente. Qualquer deriva nesta matéria seria para o PS um verdadeiro suicídio.
(…)
Por isso, como em tempo de outros temores escreveu Mário Cesariny:
"Entre nós e as palavras, o nosso dever falar."
Agora e sempre contra o medo, pela liberdade.


Tal como no texto anterior, palavras para quê?
Mas agora no melhor que a política tem de melhor.

LNT

(Edição do "o Público" de hoje)
(Extractos via Conquilhas)

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